terça-feira, 10 de novembro de 2009
“A boa madeira não cresce com sossego; quanto mais forte o vento, mais fortes as árvores”.
J. Willard Marriott
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
A MULHER É MESTRE DO HOMEM
A mulher que sabe amar é mestre do homem. Jamais governanta.
A mulher que sabe amar não irrompe nem interrompe. Chega suave.
A mulher que sabe amar conhece a sua superioridade e os limites desta.
A mulher que sabe amar sabe ser mãe e ser um furor na cama.
A mulher que sabe amar jamais se deixa subjugar. Nem subjuga.
A mulher que sabe amar sabe que não basta ter razão. Precisa saber ter razão.
A mulher que sabe amar é o ser mais elevado que há na terra.
A mulher que sabe amar cala quando sabe não ser compreendida e fala na hora certa.
A mulher que sabe amar jamais diz: eu não falei que não ia dar certo?
A mulher que sabe amar compreende os filhos e sem pretender ensina amor ao marido.
A mulher que sabe amar por ser superior não se preocupa em mandar.
A mulher que sabe amar não sabe obedecer cegamente: ou compartilha ou se separa.
A mulher que sabe amar sabe tanto de moda quanto de arte.
A mulher que sabe amar educa sem reprimir e orienta sem impor.
A mulher que sabe amar fala baixo, não usa perfumes exagerados e ama a alma.
A mulher que sabe amar conversa com Deus e partilha com a família,
A mulher que sabe amar sente sua máxima realização quando amamenta.
A mulher que sabe amar tem orgasmo, é abençoada pela bondade.
A mulher que sabe amar não faz alarde de sua superioridade sobre o homem.
A mulher que sabe amar é a responsável pela sobrevivência da espécie humana.
A mulher que sabe amar jamais ouvirá de seu marido a frase:
Eu não tenho opiniões: tenho esposa.
Artur da Távola
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
PASSANDO TEMPO DEMAIS NO AEROPORTO?
Pois veja se esta ideia resolve. É um kit de malas com quatro peças cada uma com um tamanho, mais ou menos como qualquer jogo de bagagem encontrado por aí. Mas este, do designer holandês Erik De Nijs, guarda uma surpresa especial - quando reunidas, as quatro valises transformam-se em um confortável sofá, para aquela providencial soneca enquanto o embarque não acontece.
BEBIDINHAS PARA ADIAR A FOME OU AFASTAR A SEDE
Refrigerante, suco, iogurte e capuccino quebram a monotonia no paladar
Refrigerante Zero
As bebidas gaseificadas com zero açúcar estão na moda. E são a primeira opção de quem deseja cortar calorias da alimentação. O que não se percebe é que nessa tentativa, nutrientes importantes para a boa saúde também são cortados, entre eles, carboidratos, fibras e vitaminas. Por isso, a troca de um suco natural ou fruta por esse tipo de bebida, não é a melhor opção.
1 copo (240 mL) de refrigerante zero
Sódio: 33,6 mg
Suco de laranja natural
As frutas são conhecidas pela qualidade nutricional. Ricas em vitaminas, minerais, carboidratos e fibras, consumi-las diariamente é fundamental para uma alimentação saudável. Por isso, elas devem ser inseridas e não retiradas da alimentação. A troca do suco natural pelo refrigerante zero não deve ser incentivada.
1 copo (240 mL) de suco de laranja natural
Calorias: 79 Kcal
Fibras: 0,96 g
Proteínas: 1,68 g
Vitamina C: 175,92 mg
Carboidratos: 18,24 g
Gordura: 0,24 g
Iogurte natural com mel
1 unidade = 200 g
Calorias: 213 Kcal
Gorduras saturadas: 3,2 g
Carboidratos: 33 g
Fibras: 1,1 g
Proteínas: 6,6 g
Cálcio: 246 mg
Gorduras totais: 6,0 g
Sódio: 116 mg
Iogurte sabor mamão light
1 unidade = 170 g
Calorias: 53 Kcal
Gorduras saturadas: 0 g
Carboidratos: 7,2 g
Fibras: 0 g
Proteínas: 5,3 g
Cálcio: 197 mg
Gorduras totais: 0 g
Sódio: 73 mg
Cappuccino clássico
Porção: 2 colheres (sopa)
Calorias: 81 Kcal
Carboidratos: 15 g
Proteínas: 2,1 g
Gorduras totais: 1,3 g
Gorduras saturadas: 0,8 g
Sódio: 107 mg
Cappuccino Diet
Porção: 2 colheres (sopa)
Calorias: 64 Kcal
Carboidratos: 6,8 g
Calorias: 49 Kcal
Carboidratos: 8,7 g
Proteínas: 3,1 g
Gorduras totais: 0 g
Gorduras saturadas: 0 g
Sódio: 129 mg
"O excesso de atenção que damos ao perigo faz, na maioria das vezes, cairmos nele"
Jean de la Fontaine
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
A NORMOSE
Todo mundo quer se encaixar num padrão. O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido e está de bem com a vida. Quem não se encaixa nesses padrões, acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões e outras manifestações de não enquadramento. Mas nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos de comportamento amplamente divulgados. A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer ser o que não se precisa ser.
Então, como aliviar os sintomas desta doença? Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim, aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu padrão "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.
Eu simpatizo cada vez mais com aqueles que lutam para remover obstáculos mentais e emocionais e tentam viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Para mim são os verdadeiros normais, porque não conseguem colocar máscaras ou simular situações. Se parecem sofrer, é porque estão sofrendo. E se estão sorrindo, é porque a alma lhes é iluminada.
Por isso divulgue o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes.
NÃO ENTRA MUDO, MAS SAI CALADO
Parece piada de mau gosto, mas existem muitas pessoas que terminam um relacionamento e se esquecem (ou negligenciam de fato este ritual de passagem) de comunicar ao outro sua decisão!
São as típicas peritas na arte de deixar o parceiro com cara de ué... Simplesmente somem sem sequer um tchau oficial pra sinalizar que estão indo embora. A quem fica, resta um imenso e angustiante ponto de interrogação e as repetentes perguntas: o que houve? Será que eu fiz algo de errado?
Em princípio, realmente nada justifica esta atitude. Todo mundo merece ao menos uma declaração explícita de que aquilo que havia já não existe mais. Afinal de contas, se as circunstâncias sempre têm uma lógica, haveremos de considerar que uma pessoa só vai embora porque um dia chegou. E se chegou, passou a fazer parte. Portanto, ao sair, reza a boa educação um ‘aviso prévio’, pois ainda que não estejamos tratando de empregos ou negociações acordadas sob contrato impresso e assinado, toda relação tem seu contrato implícito.
Sobretudo, comunicação faz parte de qualquer relacionamento inteligente e respeitoso. Uma conversa que esclareça sentimentos, desejos e escolhas pode ser uma oportunidade bastante enriquecedora para os dois, pois evidencia pontos falhos, aponta comportamentos que podem ser melhorados e, sobretudo, dá a quem fica a possibilidade de vivenciar o processo de forma inteira, com começo, meio e fim.
Não há nada que consuma mais uma pessoa do que o torturante exercício das suposições para tentar descobrir porque o outro, de uma hora para outra, por pior que pudesse estar a relação, não mais atende ao telefone, não mais responde mensagens, não aparece e nem manda notícias.
O silêncio é mestre em algumas ocasiões; em outras, no entanto, é punhalada na alma, é alfinetada no coração. É certo que nenhuma relação termina da noite para o dia e que muitas situações vão pontuando que algo precisa ser feito para que os sentimentos sejam reciclados, revivescidos e salvos de um agonizante adormecimento. Mas a verdade é que impor uma morte súbita a uma relação pode causar danos desastrosos àquele que é privado do direito de ouvir, de chorar, de argumentar e, enfim, absorver a decisão do outro, compreendendo que por mais que não se queira ou por mais que doa, ninguém é dono de ninguém e somente a cada um cabe a decisão de ir ou vir, ficar ou partir...
Enfim, sugiro aqui uma reflexão a quem tem dificuldade de terminar seus relacionamentos; a quem, por medo de magoar o outro ou para se abster do constrangimento de se expor e revelar suas opções contrárias às opções do outro, desaparece do mapa sem deixar rastros ou pistas.
Que essas pessoas percebam o quão admirável é ser claro, o quão digno é se posicionar, o quão ético é considerar os sentimentos daquele com quem se dividiu dias, meses ou anos de intenções, planos, sonhos e desejos. Sobretudo, o quanto ainda é um ato de amor a simples atitude de fechar a porta ao sair...
Rosana Braga
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
“A vida pede uma contribuição de cada indivíduo e depende de cada um descobrir qual deve ser a sua”.
Viktor Frankl
terça-feira, 3 de novembro de 2009
TV: CONSUMA COM MODERAÇÃO
Estou longe de ser uma patrulheira contra a TV. Assim como há muita bobagem e baixaria, há também muito programa bem-feito, informativo e divertido. Nesse aspecto, não temos do que nos queixar, nossa televisão é bastante diversificada se comparada ao resto do mundo. Se adicionarmos aí o privilégio daqueles que possuem canais por assinatura, já dá pra dizer que só morre de tédio quem quer.
Lembro de um ex-colega que dizia que era fanático por TV e que, quando não estava trabalhando, estava em casa grudado na telinha, que era como ele absorvia o mundo e enriquecia sua vida. Nunca mais ouvi falar dele, e não é de se estranhar.
Tevê não é cultura. Entretém, informa, diverte, mas a cultura está um degrau acima. Se eu estiver forçando a barra em dizer que não é cultura, troco a frase: TV não impacta, não eleva a imaginação, não corrompe fórmulas prontas, não arrisca, não provoca, não incomoda, não arrebata. Quem faz isso é a arte.
Foi o que pensei ao assistir ao espetáculo Quartett, montagem do dramaturgo americano Bob Wilson com a estupenda atriz Isabelle Huppert, que encerrou a programação do Porto Alegre em Cena semana passada. Envolvida pelo que estava vendo, pensava: diacho, como a TV tomou conta das nossas vidas.
Um dia antes, eu havia assistido no cinema a Os Normais 2, que é praticamente um episódio de TV. O filme baseado no meu livro Divã também traz uma estética, um elenco e uma linguagem de TV. Ambos são bons e cumpriram o que se esperava deles, e hoje o que se espera é bilheteria e risadas. Nada contra. Mas isso não pode ser tudo o que se espera de uma obra.
José Alvarenga, que dirigiu os dois filmes, é um profissional competente e odeia quando se fazem essas distinções, e por um lado concordo: se é filmado em película e passa no cinema, é cinema. Mas a TV está no cangote. Assim como ela está no cangote de muito do que se faz em teatro hoje, muito do que se faz em literatura, muito do que se faz em música. A TV é um totem. Sacralizou sua linguagem. E tornou-se tão eficiente quanto uma anestesia geral.
Não só gosto, como respeito a TV. Sem ela, muita gente estaria à deriva, achando que o mundo não vai além da porta da vizinha. Mas a TV não pode ser nossa única ponte com o subjetivo, até porque ela não entende nada de subjetividade. A TV é recreação caseira, não desperta o deslumbre diante daquilo que a gente não explica, apenas sente. Ela não pode, sozinha, fazer nossa cabeça. Na nossa cabeça há espaço para muito mais.
Quartett poderia ser descrita como uma ópera contemporânea que homenageia a musicalidade das palavras, a expressão corporal, a luz, a poesia. É um sonhar acordado, um convite a visitar outra dimensão do amor, da sedução, das relações humanas, essas coisas que a gente vive de forma tão objetiva e, por isso, tanto tropeça. Tivéssemos um olhar mais louco, mais criativo, mais sensorial, mais qualquer coisa que não lembre o comezinho cotidiano, a vida teria mais graça, estilo e mistério.
Quartett foi uma chapação legalizada. A TV é boa, mas não te chapa: consuma com moderação.
Martha Medeiros
VALE TRABALHAR PARA MANTER O ALTO PADRÃO DE VIDA?
Trabalhar para manter o alto padrão de vida vale a pena? A resposta depende de fatores como a forma como você gasta este dinheiro e se seu salário é compatível com seu estilo de vida.
Então vamos aos questionamentos. Ao final do dia, você se sente tão cansado que nem mesmo consegue ajudar seus filhos com a lição de casa, o cônjuge com as dúvidas sobre o orçamento doméstico e os problemas de sua família?
Será que você não está trabalhando demais e destinando pouco tempo à família? Será que ganhar tanto dinheiro para manter um padrão alto de vida vale a pena? A resposta depende muito do estilo de vida que gosta de levar.
Antes de refletir se vale a pena, é preciso que você pense se o consumo não está sendo privilegiado, ao invés de sua família e sua saúde física e mental. Se você somente trabalha bastante para ganhar dinheiro, o melhor é rever seus hábitos de consumo.
Olhe para seu orçamento e veja se não existe nenhum tipo de desperdício. Isso mesmo: será que não está trabalhando demais, ganhando bem, mas gastando de maneira errada? Se a resposta for positiva, saiba que não vale a pena continuar levando este estilo de vida que lhe afasta do contato familiar.
Agora, se não dá pra diminuir o consumo porque o orçamento está apertado, mesmo com o alto padrão de vida, é hora de rever suas necessidades. Você está sendo remunerado adequadamente? A resposta você terá se comparando com as pessoas que ocupam o mesmo cargo que o seu, com o teto estipulado para sua categoria e com o trabalho que está realizando.
Trabalhar muito e ganhar pouco, depois de analisados esses três pontos, pode significar que o ritmo que está levando não compensa. Mas, muita calma, pois existe saída para essa situação: ou você negocia com a empresa ou então procura uma outra vaga no mercado de trabalho.
Algumas pessoas acreditam que viver para trabalhar, ganhar muito e ter menos tempo para a vida pessoal é vantajoso e compensa porque a família tem um bom padrão de vida. Já outras, como o escritor escocês Carl Honoré, acreditam que a velocidade a que a população mundial chegou para cumprir suas atividades mais atrapalha do que ajuda. Afinal, certas coisas não podem ser aceleradas só porque você está com pressa. Pense nisso.
Portal Infomoney
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
20 MANEIRAS DE SE DOAR UM POUQUINHO POR DIA
1- Alegre-se pelo sucesso dos outros;
2- Faça um trabalho voluntário;
3- Sorria para um estranho na rua;
4- Dê uma flor;
5- Brinque com seus filhos;
6- Olho nos olhos de quem atende você;
7- Segure a porta para alguém;
8- Ceda seu lugar;
9- Ajude alguém a carregar as compras;
10- Divida boas notícias;
11- Coloque-se no lugar do outro;
12- Não buzine;
13- Admita quando os outros têm razão;
14- Perdoe-se;
15- Diga às pessoas queridas o quanto você as ama;
16- Aceite um elogio;
17- Cumprimente quem executou algo bem feito;
18- Doe livros e roupas antigas;
19- Abrace um amigo;
20- Ouça as histórias da sua avó.
Revista Bons Fluídos – Dez/2007
2- Faça um trabalho voluntário;
3- Sorria para um estranho na rua;
4- Dê uma flor;
5- Brinque com seus filhos;
6- Olho nos olhos de quem atende você;
7- Segure a porta para alguém;
8- Ceda seu lugar;
9- Ajude alguém a carregar as compras;
10- Divida boas notícias;
11- Coloque-se no lugar do outro;
12- Não buzine;
13- Admita quando os outros têm razão;
14- Perdoe-se;
15- Diga às pessoas queridas o quanto você as ama;
16- Aceite um elogio;
17- Cumprimente quem executou algo bem feito;
18- Doe livros e roupas antigas;
19- Abrace um amigo;
20- Ouça as histórias da sua avó.
Revista Bons Fluídos – Dez/2007
ESTRELAS
As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. Para o meu negociante, eram ouro. Mas todas essas estrelas se calam. Tu porém, terás estrelas como ninguém…
Quero dizer: quando olhares o céu de noite, (porque habitarei uma delas e estarei rindo), então será como se todas as estrelas te rissem! E tu terás estrelas que sabem sorrir! Assim, tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo (basta olhar para o céu e estarei lá). Terás vontade de rir comigo. E abrirá, às vezes, a janela à toa, por gosto… e teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu.
Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!
Atribuído a Antoine de Saint-Exupèry
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