“A ordem é o prazer da razão, mas a desordem é a delícia da imaginação.”
Paul Claudel
quarta-feira, 22 de julho de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
FELIZ DIA DO AMIGO!
Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.
Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um do outro há de se lembrar.
Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.
Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.
Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente,
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos pra sempre.
Há duas formas para viver sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
A VERDADE ESTÁ LÁ FORA
Um resumo das diferentes criaturas paranormais que já foram encontradas pelo mundo. Monstros, vampiros, fantasmas, chupacabras, lobisomens… Não espaca ninguém.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
UM VALE DOIS
Já vi, li e ouvi, por diversas vezes, o deputado Inocêncio Oliveira afirmar que controla 700 mil votos em qualquer eleição majoritária no Estado. É voto para chuchu, não? Tive a curiosidade de fazer, ontem, uma consulta ao site do Tribunal Regional Eleitoral em cima do mapa do último pleito – 2008 - e constatei que o deputado anda inflando números.
Se não, vejamos: o PR, partido que exerce absoluto controle em Pernambuco, elegeu 30 prefeitos, que totalizam 335.105 votos, ou seja, menos da metade do que propala o nobre parlamentar quando enche a boca para cantar de galo em terreiro alheio. Quem mais teve votos nominais, na realidade, foi o PSB, partido do governador Eduardo Campos.
Foram exatos 728.892, distribuídos em 49 prefeituras arrebatadas. Em seguida aparece o PT, com 686.115, dos quais mais da metade no Recife, já que a legenda continua um fenômeno na Região Metropolitana, tendo conquistado apenas oito prefeituras.
Em seguida vem o PTB, que embora tenha emplacado o mesmo número de prefeituras do PR, teve, em votos nominais, quase o dobro – 580.153 votos. Diante disso, não custa perguntar ao líder republicano onde ele foi encontrar mais 365 mil votos para chegar aos 700 mil que garante controlar com mão de ferro. Certamente, Inocêncio deve ter buscado inspiração naquela musiquinha de Luiz Gonzaga – na qual pelas contas dele um não vale um, mas dois.
Se não, vejamos: o PR, partido que exerce absoluto controle em Pernambuco, elegeu 30 prefeitos, que totalizam 335.105 votos, ou seja, menos da metade do que propala o nobre parlamentar quando enche a boca para cantar de galo em terreiro alheio. Quem mais teve votos nominais, na realidade, foi o PSB, partido do governador Eduardo Campos.
Foram exatos 728.892, distribuídos em 49 prefeituras arrebatadas. Em seguida aparece o PT, com 686.115, dos quais mais da metade no Recife, já que a legenda continua um fenômeno na Região Metropolitana, tendo conquistado apenas oito prefeituras.
Em seguida vem o PTB, que embora tenha emplacado o mesmo número de prefeituras do PR, teve, em votos nominais, quase o dobro – 580.153 votos. Diante disso, não custa perguntar ao líder republicano onde ele foi encontrar mais 365 mil votos para chegar aos 700 mil que garante controlar com mão de ferro. Certamente, Inocêncio deve ter buscado inspiração naquela musiquinha de Luiz Gonzaga – na qual pelas contas dele um não vale um, mas dois.
terça-feira, 14 de julho de 2009
segunda-feira, 13 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
PARA JIU
“Que culpa a gente tem de ser feliz? Que culpa a gente têm, meu bem? O mundo bem diante do nariz, feliz aqui e não além”.
Samuel Rosa/Chico Amaral
Samuel Rosa/Chico Amaral
DUPLO SILÊNCIO
Dois amigos cultivavam o mesmo campo de trigo, trabalhando arduamente a terra com amor e dedicação, numa luta estafante, às vezes inglória, à espera de um resultado compensador.
Passam-se anos de pouco ou nenhum retorno.
Até que um dia, chegou a grande colheita. Perfeita, abundante, magnífica, satisfazendo os dois agricultores que a repartiram igualmente, eufóricos.
Cada um seguiu o seu rumo.
À noite, já no leito, cansado da brava lida daqueles últimos dias, um deles pensou:
- "Eu sou casado, tenho filhos fortes e bons, uma companheira fiel e cúmplice. Eles me ajudarão no fim da minha vida. O meu amigo é sozinho, não se casou, nunca terá um braço forte a apoiá-lo. Com certeza, vai precisar muito mais do dinheiro da colheita do que eu".
Levantou-se silencioso para não acordar ninguém, colocou metade dos sacos de trigo recolhidos na carroça e saiu.
Ao mesmo tempo, em sua casa, o outro não conciliava o sono, questionando:
- "Para que preciso de tanto dinheiro se não tenho ninguém para sustentar, já estou idoso para ter filhos e não penso mais em me casar? As minhas necessidades são muito menores do que as do meu sócio, com uma família numerosa para manter".
Não teve dúvidas, pulou da cama, encheu a sua carroça com a metade do produto da boa terra e saiu pela madrugada fria, dirigindo-se à casa do outro. O entusiasmo era tanto que não dava para esperar o amanhecer.
Na estrada escura e nebulosa daquela noite de inverno, os dois amigos encontraram-se frente a frente.
Olharam-se espantados. Mas não foram necessárias as palavras para que entendessem a mútua intenção.
Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro.
Pela lenda, ficou claro essa definição.
A atitude dos dois amigos foi o perfeito escutar de dois silêncios.
Passam-se anos de pouco ou nenhum retorno.
Até que um dia, chegou a grande colheita. Perfeita, abundante, magnífica, satisfazendo os dois agricultores que a repartiram igualmente, eufóricos.
Cada um seguiu o seu rumo.
À noite, já no leito, cansado da brava lida daqueles últimos dias, um deles pensou:
- "Eu sou casado, tenho filhos fortes e bons, uma companheira fiel e cúmplice. Eles me ajudarão no fim da minha vida. O meu amigo é sozinho, não se casou, nunca terá um braço forte a apoiá-lo. Com certeza, vai precisar muito mais do dinheiro da colheita do que eu".
Levantou-se silencioso para não acordar ninguém, colocou metade dos sacos de trigo recolhidos na carroça e saiu.
Ao mesmo tempo, em sua casa, o outro não conciliava o sono, questionando:
- "Para que preciso de tanto dinheiro se não tenho ninguém para sustentar, já estou idoso para ter filhos e não penso mais em me casar? As minhas necessidades são muito menores do que as do meu sócio, com uma família numerosa para manter".
Não teve dúvidas, pulou da cama, encheu a sua carroça com a metade do produto da boa terra e saiu pela madrugada fria, dirigindo-se à casa do outro. O entusiasmo era tanto que não dava para esperar o amanhecer.
Na estrada escura e nebulosa daquela noite de inverno, os dois amigos encontraram-se frente a frente.
Olharam-se espantados. Mas não foram necessárias as palavras para que entendessem a mútua intenção.
Amigo é aquele que no seu silêncio escuta o silêncio do outro.
Pela lenda, ficou claro essa definição.
A atitude dos dois amigos foi o perfeito escutar de dois silêncios.
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quinta-feira, 9 de julho de 2009
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