terça-feira, 27 de agosto de 2013

BEBIDA FAVORITA - VOCÊ AINDA VAI TER UMA

Cada um precisa descobrir, em algum momento da vida, qual é a sua bebida favorita. Aquela que, mesmo que não seja o símbolo da elegância, faz o mundo todolembrar você. Aquela combinação feliz de ingredientes que faz os olhos brilhar e esquenta a alma. Talvez por isso a gente tenha aqueles dias em que “hoje preciso tomar uma” e aquela sensação de felicidade plena e relax total depois do primeiro gole.

Se você ainda não tem sua bebida favorita, fui atrás do que algumas celebridades pedem (ou pediam) numa mesa de bar, para te inspirar: 
  • Frank Sinatra – Jack Daniel’s
  • Marilyn Monroe – Champagne Dom Pérignon 1953
  • George Lucas – OldFashioned (com Spielberg para ‘ativar a memória’)
  • Winston Churchill – Johnnie Walker Black Label
  • Zeca Pagodinho – Cerveja (em quantidade descomunal)
  • Queen Elizabeth – ChartreuseJaune (amarillo)
  • Ozzy Osborne – Champagne Cristal
  • Danny DeVito - Limoncello
  • John Fitzgerald Kennedy - Mojito
  • Ernest Hemingway – Daiquiri Doble
  • Paris Hilton – Tequila
  • Lindsay Lohan - Vodka
  • George Clooney – Vermouth Martini
  • Britney Spears – Dom Perignon, Grey Goose com soda, Margarita (u-hu!)
  • Príncipe Harry – Champagne eCrackbabyCocktail
  • John Wayne - Tequila SauzaConmemorativo
  • Lula da Silva – Cachaça
  • Madonna - Martini de romã (com vodca StoliBlueberi)
  • Kiefer Sutherland - Jade Mistress (coquetel com vodka com infusão de pimenta, maçã e folhas de manjericão)
  • Charlize Theron - PomegranateBlossom (vodka limão, suco de romã, açúcar, limão)
  • Eva Mendes - Pink Elephant(vodka, gengibre, frutas vermelhas, conhaque, suco de abacaxi, suco de cranberry, açúcar)
  • Amy Winehouse – de tudo um pouco
  • Eu – Margarita
Olha elas aí - as margaritas. :9
Um dia experimentei e me apaixonei. É aquele tipo de bebida para quem gosta de ficar alta, mas sem perder o controle. Uma misturinha doce e azeda (sweet’n’sour!) que não tem como não amar. Meus momentos 'ela' são curtinhos, porém especiais; deixo tudo arranjado: dos compromissos para o dia seguinte (que não vou fazer, lógico) ao acerto com meu namorado de que ele vai ser o amigo da vez.

No Recife conheço apenas dois lugares que oferecem Margaritas perfeitas: os bares Guadalupe Cocina Mexicana (com uma parede imensa lindamente ilustrada pelo querido Pedro Melo) e o Boratcho, ambos no bairro de Boa Viagem. Além de boa bebida, ambos oferecem comidinhas deliciosas e um ambiente um pouco barulhento, mas ótimo para ir com os amigos. Se alguém conhecer outro, por favor, me avisa que vou conhecer feliz.

Dá pra viver sem uma bebida favorita? Dá, mas posso afirmar que o ‘bora tomar uma’ nunca mais será o mesmo quando você tiver a ‘sua’ bebida favorita. Imagina cada amigo pedindo uma bebida quando saírem e você tendo a chance de experimentar cada uma. Um belo dia você diz “Eureka!” e você encontra sua bebida predileta. Ou ela te encontra.Porque as bebidas são assim, democráticas: nos cercam e nos mesclam, nos cruzam e nos reencontram e, às vezes, nos amontoam e nos confundem. 

Texto publicado no site Blumenews // www.blumenews.com.br

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

OBRIGAÇÕES

Às vezes dá nessas... Meu Dia dos Pais não foi tão triste desta vez – estava num estado emocional tão bom. Muita gente em casa – o que foi bom, mas também ruim porque me atrasei ainda mais com os afazeres de domingo.

Depois do almoço em família fui descansar a mente assistindo um filme que meu namorado me emprestou, “Os sete psicopatas” – e não prestou. Ai um saco. Daí que ele – meu amor - conseguiu vencer minha falta de vontade de fazer exercícios e fomos correr – ele, porque eu só dei uma caminhada rabugenta.

À noite, fiquei lá assistindo ao Fantástico e lendo revista enquanto deveria:

1. Adiantar minhas aulas do semestre – faltam apenas algumas;
2. Procurar coisinhas fofas e diferentes na net para meu afilhado;
3. Dormir.

Mas me faltou vontade, me faltou coragem, me faltou tudo ontem.

Só me sobrou sono, multiplicado por 4. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

SATISFAÇÕES

Mudei de emprego, as aulas começaram, as manifestações continuam, só posto aqui os artigos que 'preciso' escrever para a coluna no Blumenews, mas, adivinha quem tá viva?

TOQUES RÁPIDOS PARA SUA CARREIRA - PARTE 1: AGIR OU FAZER NADA?

Lendo livros e artigos sobre carreira, sempre me chamaram a atenção expressões do tipo “tomar a iniciativa”, “ousar”, “ter atitude”. São características importantíssimas no mercado de trabalho, para não dizer imprescindíveis. Daí você se prepara, investe em seu lado ‘ousado’ – principalmente se você, como eu, tiver um lado negociador mais apurado e certa dificuldade em ousar devido a isso – lê mil artigos, acessa centenas de sites, assiste dezenas de palestras, faz cursos e pipocam ideias para seu negócio. Elas ficam lá, na sua cabeça, borbulhando, prontas para serem ditas pra alguém, pra equipe e, quem sabe, aplicadas. É isso! Esse é o perfil! Agir! É o que as empresas querem!

Porém, a minha experiência profissional me mostra que, apesar de as empresas não terem dúvidas de que querem profissionais proativos, elas não estão preparadas para eles. O profissional se vê em uma situação em que ele pode tomar a iniciativa e fazer a diferença ou tomar a iniciativa e tomar no ser mal interpretado. Criticar uma decisão, depois de tomada, e por quem não a tomou, é bem fácil. E nem sempre feita com dignidade. Por exemplo: o chefe que condena aquele funcionário que tomou a iniciativa de devolver o garrafão de água mineral porque a água estava turva (é, já vi disso.). Outro exemplo: o diretor que não acredita na palavra do gerente quando este afirma que sua equipe tem total condição de dar conta do evento (e pra que mesmo o gerente foi contratado?) e acaba contratando uma pessoa para ajudar sem necessidade, com o custo saindo do budget já apertado da área.

Se for pra ser assim, então é melhor ficar calado? Deixar que pessoas ‘mais preparadas’ opinem, critiquem, façam. Ou mais corajosas? Assim, o ‘colaborador’ deixa de ganhar, no mínimo, uma baita dor de cabeça. É um alívio, o colaborador segue fazendo o que foi pago para fazer, bate o ponto às 18h e segue feliz. Por outro lado, ele se desmotiva aos poucos porque percebe que não pode contribuir com idéias, opiniões. E crescer. O mercado não dá mais espaço para gente assim. Chega a ser revoltante em algum momento: que trabalho ruim é esse onde você vê o que está errado e não pode falar nada? Tem que fingir que está tudo bem, quando na verdade você entrou na empresa para levar um pouco de você para ela, contribuir, construir, crescer junto, e é claro que há muita coisa para se melhorar ali. Tem que aceitar as coisas na empresa como elas são.

Eu já fui de agir. Minha natureza é essa. Mas, confesso que todas estas experiências me ensinaram a meter menos o nariz onde não sou chamada. A não ser que a empresa deixe bem claro que ela entende realmente este processo de participação, não faça nada. Fique na sua. Lute por outras causas para compensar esse desgosto. E, um pouco antes de chegar ao fundo do poço, procure um emprego novo.

Texto publicado no site Blumenews // www.blumenews.com.br

ENTRE O CÉU E O INFERNO DA SALA DE AULA

Quando comecei a dar aulas, há alguns anos, ainda inexperiente, uma das primeiras coisas que pensei foi: será que vão acreditar em mim? Eu não aparento a idade que tenho e isso poderia me causar problemas. E causou, mas aí eu já era uma veterana em sala de aula. Voltando às minhas primeiras turmas, todas foram extraordinárias, mas, como o primeiro sutiã, jamais esquecerei as duas primeiras, que peguei simultaneamente no segundo semestre de 2009. Uma delas tinha 80% de mulheres, a outra 90% de homens, mas ambas extremamente carinhosas e ansiosas para terminar o curso (estavam no último período e por muitos anos meu desafio foi chamar a atenção deles para as minhas disciplinas em meio ao TCC).

Reprovei um monte de gente, confesso. Mas, cara, eles, meus alunos, sabiam que eu tinha feito tudo o que eu podia para ajudar aqueles que mereciam. E qual era o requisito? A formulazinha mágica de qualquer professor: participação + assiduidade + interesse. Viram que eu não citei “inteligência”? Professor não passa aluno por inteligência; estes passam sozinhos. Ser inteligente e não ter interesse não é suficiente. Ser inteligente e não ter dúvidas não existe. A joia rara que nunca assistiu a uma aula minha e tira nota 9,0 na prova, foi mais por trambique do que por inteligência.

No quesito participação, alguns alunos me emocionaram. Uma, manicure, não tinha intimidade com computadores. E estamos falando da disciplina de Marketing Digital. Ao final do primeiro dia de aula, ela me procurou e me contou que não tinha computador e (já) estava preocupada com disciplina. Sugeri a ela treinar em uma lan house perto de casa ou pedir emprestado o notebook de algum parente. Ela pegou um emprestado da irmã e treinou. Treinou. Treinou. Fez todos os trabalhos, as provas. E passou. Por média. E eu tive a oportunidade de lhe dar meus parabéns. Muitos dos meus alunos assíduos nas redes sociais não chegaram aonde ela chegou.

Outro caso que deixou meu coração apertado foi num dia de prova final numa turma de último período. Tinham uns seis alunos em sala e uma delas, assim que terminou a prova, me pediu para ajudar um rapazinho pequeno e franzino sentado lá na frente. Contou que a história de vida dele era de muita luta, que ele vivia no Recife sozinho, só via a família a cada 15 dias. Não tinha casa; dormia no estoque da loja onde trabalhava. Eu já tinha juntado as peças. Ele não era participativo em sala de aula, mas sempre estava lá, sentado na frente, prestando atenção, muitas vezes sendo o último a sair. Esperei os demais terminarem as provas e fui até ele. Apoiei-me numa cadeira ao lado e comecei a incentivá-lo a raciocinar sobre cada questão, fazendo-o relembrar o que viu em sala – tomando o cuidado de fazê-lo ‘construir’ a resposta por ele mesmo, ‘dar’ a resposta seria fácil demais, pra mim e pra ele. Ele estava sempre lá, em sala de aula, iria se lembrar de tudo. Ele não se lembrou de tudo exatamente, mas o suficiente para passar.  E eu tive a oportunidade de lhe dar meus parabéns.

Em 2013, pela primeira vez, tive oportunidade de dar aulas para uma turma de primeiro período. Uma turma pequena, atenta, e muito divertida. Eles me permitiram dar aulas leves e falar coisas sobre o céu, a terra, a água e o ar – coisas que só uma turma excelente consegue tirar de um professor. Eu os olhava e via o brilho nos olhos daquele povo que começa com todo gás, cheios de sonhos, de energia, e já preocupados com o TCC, tadinhos. Alguns não passaram por média e nos encontramos no dia da prova final. Eu estava mais confiante neles do que eles na prova. Eles precisavam de poucos pontos para passar, mas estavam bem nervosos. Faltava apenas uma aluna chegar para iniciarmos a aplicação da prova, mas soubemos que ela estava doente e não poderia ir. “Sem problemas”, pensei. Iniciei a prova com eles na certeza de que ela viria outro dia quando estivesse melhor para fazer sua prova final somente comigo. Semanas se passaram e nada de contato. Ontem recebi a notícia de que ela faleceu, depois de longas semanas internada. Eu não a conhecia a fundo, mas lembro do que ela me disse no primeiro dia de aula: quero me formar para ter uma vida melhor. Ela teve, tenho certeza, apesar de tudo, apesar do pouco tempo. E eu não tive a oportunidade de lhe dar meus parabéns. Querida Lucimone, onde quer que esteja, parabéns. Pelas decisões honrosas que tomou, pela coragem, pela alegria, pela qualidade dos amigos, do amor pela família, dos sonhos. Eles não acabaram, foram apenas adiados por um plano maior que alguém que te ama demais preparou para você.

*Este texto é uma homenagem à aluna Lucimone Melo, falecida no dia 13 de julho de 2013.

Texto publicado no site Blumenews // www.blumenews.com.br

segunda-feira, 1 de julho de 2013

RETWEETS: 9 PRÁTICAS QUE FUNCIONAM

Depois de falar sobre UFOs e salto alto, vamos falar sério.

Li recentemente o artigo “How to Get Your Messages Retweeted” de Arvind Malhotra, Cláudia Kubowicz Malhotra e Alan See, que dá dicas bem interessantes sobre como ter suas mensagens retweetadas. E pra quê isso? Porque a maioria das empresas brasileiras ainda não está preocupada com seus retweets como deveria. E empresa quer ser diferente.  

A empresa monitora diariamente o número de seguidores em sua conta no Twitter, elabora um bom direcionador de conteúdo, mas não mensura retweets. Não sabe a média de retweets que tem por dia. Por semana. Sua empresa sabe? E por que deveria?

Porque retweet é boca-a-boca eletrônico. Quando uma mensagem é retweetada, ela atinge mais pessoas, pois atinge os seus seguidores e os seguidores de quem retweetou seu tweet. E, ainda: o retweet segue com o endosso, a garantia daquele seguidor da marca que retweetou. Os seguidores tornam-se ‘advogados da marca’ dentro de sua própria rede de contatos. Eles acabam agindo como influenciadores, seja retweetando cruamente ou acrescentando algum comentário próprio ao tweet da empresa.

Os autores do artigo baseiam-se em uma pesquisa realizada por eles mesmos sobre os tweets de empresas líderes de mercado nos EUA e identificou certas características que produzem um alto número de retweets. Na amostra pesquisada, a número médio de retweets foi de 25. Boas práticas podem aumentar este número em até 70%. E, pelo contrário, práticas fracas podem diminuir este número em até 32%. Vamos a elas:

O que fazer:
Evite empurrar ofertas – na ânsia de procurar mídias diferentes para divulgar suas ofertas, as empresas acabam perdendo seguidores, pois eles acabam se irritando com tanta propaganda e nenhum conteúdo;

Fazer perguntas não ajuda – na teoria parece funcionar, já que provoca uma reação nos seguidores – a reação de responder, mas na prática o estudo apontou que a taxa de retweet destas mensagens é 30% menor do que aquelas que não possuem nenhum componente de interação.

Hashtags também não ajudam – a pesquisa mostra que apenas 18% das mensagens retweetadas possuem hashtags. Mesmo sabendo que elas são amplamente utilizadas, não há nada que prove algum efeito nos retweets.

Links não aumentam tweets – os links facilitam a vida dos seguidores, mas o autor descobriu que ele não tem um impacto estatisticamente significativo sobre a probabilidade de que a mensagem será retweetada. E é preciso ter cuidado com o espaço ocupado pelo link na mensagem – lembrando que o Twitter só suporta até 140 caracteres.

Concursos não agregam valor de retweet – Por que você vai diminuir suas chances de ganhar um sorteio no Twitter retweetando a mensagem para seus seguidores? Não faz sentido. Porém, o autor sugere que se planeje o concurso de forma a incentivar os seguidores a envolver outros de sua rede a participar. 

As 9 práticas que funcionam:

1.    O tamanho importa: Deixe espaço. Os resultados da pesquisa mostraram que o número de caracteres  em tweets de empresas tem uma relação negativa com o número de vezes que a mensagem é retweetada. Tweets mais curtos, de 70 caracteres ou menos, foram reenviadas quase duas vezes mais que os tweets mais longos.

2.    Agarre sua atenção: faça-os ler sua mensagem. As mensagens devem começar com palavras como UAU, OLHA, ou HOJE SÓ, que chamam a atenção. Na pesquisa, tweets com palavras assim foram retweetadas em até 40% mais do que aqueles que não as usaram. Atenção é a moeda mais difícil de encontrar neste meio e em outros meios de comunicação, dado o turbilhão de mensagens enviadas e recebidas todos os dias.

3.    Basta pedir para ser reenviada: Não há nada mais simples. Pode parecer brega, mas pedindo educadamente por um retweet realmente funciona. No estudo, aumentou o número de retweets em 34%, em média.

4.    Humanize a sua marca. As empresas podem fazer a sua marca parecerem ter vida, sinal de que não há mais por trás da marca do que apenas fazer e vender produtos ou serviços. Este conteúdo pode ser na forma de humor, uma visão histórica da marca ou até mesmo uma citação. Conteúdo humanizado é altamente susceptível de ser reenviado. A pesquisa mostra que este tipo de conteúdo tem a maior probabilidade de todas de levar a retweets, chegando a 70%. Estas mensagens oferecem grande impacto etre os seguidores da marca.

5.    Compartilhar: Validar a si mesmo. Compartilhar realizações com os seguidores é bem-vinda e constrói relações entre eles e as marcas. Os consumidores querem ser informados de sucesso e realizações das marcas que eles seguem antes dos outros. Eles querem defender a suas marcas preferidas dos ataques e polêmicas; mensagens assim são retweetadas até 29% a mais do que a média, e ainda atrair novos seguidores.

6.    Seja prático: forneça informações que as pessoas possam usar. Troca de informações é a principal razão para as pessoas usarem o Twitter. Tweets com informação de valor, e não somente ofertas da marca, tem 51% mais chances se serem retweetados. A conclusão inevitável: se os seguidores acham a informação útil, eles provavelmente vão retweetá-la para educar os outros. Eles acabam reforçando sua própria identidade em sua rede fornecendo conhecimento de valor para os outros para seus seguidores.

7.    Poupe o dinheiro das pessoas: divulgue ofertas. todo mundo gosta de economizar dinheiro. Ao contrário dos concursos, onde podem haver apenas alguns vencedores, ofertas são atraentes para retweets na medida em que estão disponíveis para todos que ficam sabendo deles. Como resultado, as mensagens contendo ofertas atraentes para os consumidores são altamente retweetadas. Tweets com ofertas são reenviadas 16% mais do que aqueles sem.

8.    Engajamento é importante: torne-o relevante. No ambiente supertransitório das mídias sociais, é importantíssimo associar mensagens de marca com o que está na cabeça dos seguidores. Tweetando sobre um tema atual, seja um feriado ou evento, é uma forma rápida de construir relacionamento e comunicar a relevância do conteúdo do tweet. Este tipo de conteúdo é reenviado 41% mais frequentemente do que os tweets que não têm conteúdo relevante.

9.    Aja agora: Criar um senso de antecipação. Tweets que criam um senso de antecipação têm 24% mais chances de serem retweetadas, de acordo com a pesquisa.

Nós, profissionais de marketing espertos, podemos brincar com combinações destas estratégias para aumentar o poder das características individuais de cada dica. Se apenas alguns dos seguidores da marca retweetarem, a audiência pode aumentar para milhares. Porque elas são recebidas por alguém familiar, um amigo, um conhecido, uma celebridade. Alguém que não segue a marca no Twitter pode se interessar em segui-la, e aí está o poder de conversão, tornando este alguém em um seguidor direto da sua marca.

Texto publicado no site http://www.blumenews.com.br.

SALTO ALTO É COISA NOSSA

Eu tenho tanto pra falar mas com palavras não sei dizer como é grande o meu amor por saltos altos.
Se mulher por si só já é uma obra de arte, com saltos altos ela vira uma obra de arte divina das mais desejadas no mundo. Salto alto embeleza o rebolado, empina o bumbum, dá graça e uma feminilidade que nem a falta de conforto nos faz pensar duas vezes ao escolher o melhor sapato para... Qualquer coisa. Na vida.  
Eu me acostumei a usar chinelinhos refrescantes em casa, na praia, tênis na academia e salto alto para todo o resto. Até tenho unas duas sapatilhas, mas ainda prefiro um salto alto. Um dos meus maiores orgulhos é ter aprendido sozinha a andar de salto alto sem quebrar o tornozelo. Só algumas torcidinhas, mas nada sério. Se eu não tivesse aprendido, desistiria, porque (coisa feia) mulher quando não sabe andar de salto parece caubói de faroeste.
Salto alto faz mal a saúde? Dizem que sim. À minha faz um bem danado. Mas, vamos as 10 maneiras de falar salto alto: fascite plantar, esporão de calcâneo, hiperlordose lombar, calo, joanete, atrofia de panturrilha, lesão no joelho, tendinite, artrite e desgaste da patela.
Mesmo assim, salto alto é coisa linda de Deus. 

Texto publicado no site http://www.blumenews.com.br.

terça-feira, 11 de junho de 2013

A MENINA E A COLUNA

Há algumas semanas recebi um convite de longe, de Blumenau, para escrever algumas palavras todas as semanas. Na semana passada, publiquei o primeiro artigo. 
Mais de 30 pessoas curtiram = felicidade
A coluna não tem assunto definido - eu não sou uma pessoa definida. Pretendo escrever sobre o que gosto, o que lembro, o que sei, o que não sei e quero saber. Não vou escrever sobre coisas que não gosto, nem tragédias ou coisas horríveis afins porque, bem, existem outras fontes aí pra isso e essa é a graça da liberdade de expressão.
Todos estão convidados a acompanhar a coluna - se não tiverem nada melhor pra fazer. 
Acabei de finalizar o texto desta semana. Dentro de algumas horas ele entra no ar. Posso adiantar que o texto trata de uma paixão mundial. <3

segunda-feira, 8 de abril de 2013

A SEPARAÇÃO como um ato de Amor

É sabida que a dor advém de qualquer separação, ainda mais da separação de duas pessoas que se amaram muito e que acreditaram um dia na eternidade deste sentimento. A dor-de-cotovelo corrói milhares de corações de segunda a domingo — principalmente aos domingos, quando quase nada nos distrai de nós mesmos — e a maioria das lágrimas que escorrem é de saudade e de vontade de rebobinar os dias, viver de novo as alegrias perdidas.

Acostumada com esta visão dramática da ruptura, foi com surpresa e encantamento que li uma descrição de separação que veio ao encontro do que penso sobre o assunto, e que é uma avaliação mais confortante, ao menos para aqueles que não se contentam em reprisar comportamentos padrões. Está no livro “Nas tuas mãos”, da portuguesa Inês Pedrosa.


“Provavelmente só se separam os que levam a infecção do outro até aos limites da autenticidade, os que têm coragem de se olhar nos olhos e descobrir que o amor de ontem merece mais do que o conforto dos hábitos e o conformismo da complementaridade.”
Ela continua:
“A separação pode ser o ato de absoluta e radical união, a ligação para a eternidade de dois seres que um dia se amaram demasiado para poderem amar-se de outra maneira, pequena e mansa, quase vegetal.”
Calou fundo em mim esta declaração, porque sempre considerei que a separação de duas pessoas precisa acontecer antes do esfacelamento do amor, antes de se iniciarem as brigas, antes da falta de respeito assumir o comando. É tão difícil a decisão de separar que vamos protelando, protelando, e nesta passagem de tempo se perdem as recordações mais belas e intensas. A mágoa vai ganhando espaço, uma mágoa que nem é pelo outro, mas por si mesmo, a mágoa de se reconhecer covarde. E então as discussões se intensificam e quando a separação vem, não há mais onde se segurar, o casal não tem mais vontade de se ver, de conversar, quer distância absoluta, e aí se configura o desastre: a sensação de que nada valeu. Esquece-se o que houve de bom entre os dois.
Se o que foi bom ainda está fresquinho na memória afetiva, é mais fácil transformar o casamento numa outra relação de amor, numa relação de afastamento parcial, não total. Se os dois percebem que estão caminhando para o fim, mas ainda não chegaram no momento crítico — o de se tornarem insuportavelmente amargos — talvez seja uma boa alternativa terminar antes de um confronto agressivo. Ganha-se tempo para reestruturar a vida e ainda se preserva a amizade e o carinho daquele que foi tão importante. Foi, não. Ainda é.
“Só nós dois sabemos que não se trata de sucesso ou fracasso. Só nós dois sabemos que o que se sente não se trata — e é em nome deste intratável que um dia nos fez estremecer que agora nos separamos. Para lá da dilaceração dos dias, dos livros, discos e filmes que nos coloriram a vida, encontramo-nos agora juntos na violência do sofrimento, na ausência um do outro como já não nos lembrávamos de ter estado em presença. É uma forma de amor inviável, que, por isso mesmo, não tem fim.”
É um livro lindo que fala sobre o amor eterno em suas mais variadas formas. Um alento para aqueles — poucos — que respeitam muito mais os sentimentos do que as convenções.
Martha Medeiros

sexta-feira, 8 de março de 2013

É NÓIS HOJE!! MAS, POR QUE MESMO?!

Tô lendo por aí "pq dar os parabéns neste dia?", tals... E eu me pergunto tb: pq temos um dia especial? Pq PRECISAMOS ter um dia especial? Aí, na hora vc pensa nas questões dos direitos humanos e, como eu não vivo isso, dou os parabéns pq todo mundo dá. Até me lembrar daquela afegã que teve as orelhas e nariz arrancados pelo marido - e pela família dele - num brutal espancamento que acabou matando tb o filho deles de 15 dias, que estava nos braços dela lá na hora. Lá, geralmente este tipo de crime é tratado como "crime de honra". Ela foi capa da revista Time.
Hj ela passa por reconstruções faciais, acabou de receber um nariz novo e vive 'adotada' por uma família nos EUA. Esta - e infelizmente outras histórias - responde minha pergunta?! Aham. Agora posso encher a boca pra desejar a todas as amigas e minha família um FELIZ DIA INTERNACIONAL DA MULHER! 

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

REVISTA CARÍCIA - Quem nunca?

Lembrei de uma publicação das antigas que me ajudou profundamente a me tornar a mulher que sou hoje:

Não que isso signifique grandes coisas. 
Aquelas dúvidas cabeludas que aquela tia muito louca que eu nunca tive seria capaz de ter me esclarecido eram  tiradas nestas revistinhas. Mas o que eu AMAAAAAAAAAVA mesmo eram os rostinhos lindos e frescos das meninas da capa! Palmaspalmas!!
Agora, vê só: eu, magra, pequena, branca, com oclinhos e sem um pingo de sensualidade malemolente, hj entendo porque nem mesmo as DICAS INFALÍVEIS funcionavam comigo.
Don't talk to me now. :(

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

MESTRADO: LÁ VOU EU!

O mundo não acabou e FUI APROVADA NO MESTRADO!! 
UhuObaEbaIupiiiii 
\o/ 
Tem coisa melhor?! Título de doutor é muito chato! Os melhores, os tampas mesmo, são todos MESTRES, Mestre Splinter, Mestre dos Magos, Mestre Yoda, Mestre Vitalino...
Vai ser PUNKROCKHARDCORE mas vai valer demaaaaais!!

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

‎"Uma vela não perde força por passar chama para outra vela". Quem foi meu aluno já escutou isso - acredito ser esta a força primordial no coração de todos os professores de nossas vidas - todos dispostos a ensinar algo a alguém. E para aqueles que acham que vão perder alguma coisa por dividir suas experiências com os outros, sinto muito.
Feliz Dia dos Professores, pessoALL!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

AMIGOS

Amigos... Ah, os amigos... Quem vive sem eles? Ter amigos é uma arte. Ter bons amigos é acima de tudo um exercício de compreensão e generosidade... Compreender que ninguém é perfeito, que todo mundo, em algum momento é chato...Que todo mundo vive fases, e elas nem sempre são tranquilas. Que alguns acordam de mau humor, mas nem por isso deixam de ser lindos e queridos. Que as vezes alguns lhe dão "bailes" para seu bem (Embora nem sempre da melhor maneira, mas com boas intenções)...Que se um dia, aquela pessoa sempre tão simpática não lhe der um sorriso, pode ser que ela seja "bipolar", mas existem grandes chances dela também estar, naquele dia, com algum problema sério... Que as vezes as pessoas se equivocam, e devem ser chamadas a realidade. 

Nada existe de melhor que um bom diálogo, que a sinceridade de perguntar: "Algum problema?" e a sinceridade de responder: "Sim. Não achei bacana isso ou aquilo". E ouvir. E trocar. E mais uma vez dizer, a si mesmo: "Ninguém é perfeito. Nem eu mesmo". 

Meus amigos queridos... Amo vocês, do fundo de meu coração!!! E lembrem-se: não sou perfeito, assim como vocês. E amo vocês, com toda sua humanidade. E com toda a minha humanidade. Viva a sinceridade e o carinho e amor verdadeiros!!! 

*Claro que existem os malas... Mas, para esses, os chamados falsos, que você nem sempre detecta rápido, entreguemos a LUZ. Luz para os falsos! Para que eles um dia deixem de sê-los. Pra quem não gosta de mim, desejo luz. Muita luz. Que sejam muito felizes e me esqueçam!!!!!! Deixo vocês com Rita Lee e a sua "Reza", para o dia começar com muito bom humor. (Ouvi uma amiga muito querida cantar ontem essa música e decidi compartilhar. A Rita Lee sempre arrasa, né?).



Tadeu Gondim é empresário/produtor na empresa Coletivo Angu de Teatro / Grupo instrumental SaGRAMA e amigão meu das antigas do Teatro. 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

UMA NOITE 'PURA' DE VIOLÊNCIA 'PURA' NO RECIFE

Estava eu tapiando navegando no Feice hoje e li uma denúncia que me deixou em estado de choque (minha velha inocência...). É sobre um pessoal que apanhou dos seguranças no último sábado no bar/boate/seiláoque Dona Carolina, um lugar bacanudo do Recife, onde já estive milhares de vezes em noites de muita bebida boa e som nem sempre essas coisas mas, com amigos, quem nunca, né? 
Sabe porque gasto meu tempo com isso? Porque não quero ser a próxima e se o critério é pagar a conta e apanhar, pode ser qualquer um de nós aqui. 
O relato é de Hugo Neves, segue abaixo. Mas antes, meu desabafo: 
"É LÓGICO que vou compartilhar! Sabe porque? Porque as pessoas não sabem o que é civilidade. "Civilidade é o respeito pelas normas de convívio entre os membros de uma sociedade". E sabe porque mais? Porque as empresas esquecem de uma coisa superimportante ao administrar seus negócios. Investem em infraestrutura, bons produtos... E o atendimento fica esse lixo aí. O gerente do lugar devia estar tirando um cochilo nos fundos. O dono devia estar tomando uma champagne bem longe dali. Enquanto o cliente QUE PAGOU apanhava. Enquanto isso, eu não piso mais lá até uma retratação formal do Dona Carolina. E vc?"

"Apesar de todo o sentimento de constrangimento e vergonha gostaria de compartilhar com vocês sobre a noite de terror e sofrimento que ocorreu no último sábado no aniversário da casa noturna Dona Carolina. Para quem conhece a casa sabe que é um ótimo local, com boa estrutura e com um ambiente que tenta espelhar "segurança e organização". Contudo, infelizmente, no último sábado não foi isso o que aconteceu: após o belo show da banda Fundo de Quintal, eu, minha namorada, minha cunhada e seu esposo aguardamos a fila de pagamentos da consumação diminuir para podermos pagarmos e irmos embora. Após um tempo, pagamos e nos dirigimos para validação do cartão e liberação da saída. Até ai tudo bem... Quando chegamos ao saguão vimos uma confusão enorme, pois muitos dos cartões que foram pagos não foram validados nos caixas. Voltei 2 vezes para validar os cartões no caixa e quando chegava no saguão, nada de validação, daí por diante muitos clientes passaram pela mesma situação. Irritado com a situação de não poder sair da casa, o esposo da minha cunhada se dirigiu ao segurança pedindo explicações por não poder sair mesmo com as contas pagas, o mesmo mostrou o comprovante do pagamento no cartão. O segurança não quis saber de dar explicações e revidou com agressões dando uma chave de braço... Para proteger o meu cunhado tentei puxar o segurança e por causa disso mais dois seguranças vieram em minha direção e, covardemente, começaram a me agredir dentro e fora da casa. Na verdade 2 seguranças e mais um indivíduo que trabalha no Dona Carolina - não estava vestido de paletó como os demais seguranças e sim com uma aparência jovial e vestido com uma camisa vermelha - me jogaram no chão e bateram até eu perder parte da minha consciência... Bateram bastante apesar da minha namorada e minha cunhada implorarem para ele parar. Enfim, além do constrangimento, pois dezenas de pessoas presenciaram, fomos impedidos de sair do recinto mesmo tendo pago o que consumamos. Passamos o resto da madrugada e a manhã inteira indo em delegacia, IML e Hospitais. O resultado disso tudo: nariz quebrado, hematomas em várias partes do corpo, escoriações nos braços e joelho. O esposo da minha cunhada também teve alguns hematomas pelo corpo por conta dessas agressões. Isso foi o que aconteceu dentro e fora de uma das casas noturnas mais badaladas do Recife, como havia falado antes, uma casa “segura e organizada”. Hoje ainda tenho sangramentos no nariz e dores no corpo também não sei ao certo se irei realizar cirurgia para corrigir a fratura. Não poderia de deixar de comentar e compartilhar com vocês, pois como cidadão e consumidor fui humilhado e tratado como saco de pancadas por indivíduos que deveriam estar cuidando de nossa vida e de nossa segurança".



Espero que queimem no fogo do Inferno. 

segunda-feira, 30 de julho de 2012

ÁLCOOL E SEUS RASTROS DIGITAIS

As minhas fases de soltidão são regadas a histórias bem sem graça. Por quê?

(  ) Desconheço as melhores baladas.
(  ) Meus amigos não sabem se divertir.
( X ) Não bebo.

Tudo porque não bebo. Minhas histórias de bebedeiras homéricas não renderiam nem uma nota neste blog. Solteirice sem álcool é muito chata, mas não precisa ser a minha.

A sobriedade é tão rica nos momentos de pileque! Tenho um talento natural para decifrar as mensagens enviadas nessas circunstâncias, sem nunca ter feito curso de hieróglifos egípcios nesta vida. Em um fim de noite de domingo em badalada casa noturna pernambucana recebi o seguinte SMS:

- "Ti baneuro vo da tenpi aqui".

Percebeu, né? A autora-amiga-minha havia desaparecido com um aceninho de mão bem Miss Brasil no meio do povo e depois, dá satisfação via SMS. Suspendi a Ice (Eu disse que não bebia? Bem: tudo porque não bebo MUITO).
Voltando, interrompi a Ice, comecei a unir os códigos e entendi alguma coisa:

- "Tô banheiro vou dar tempo aqui".

Outra boa: blogueira serelepe das ruas da Lapa não costuma, mas dia desses postou “sabe-se lá o que” bêbada depois de uma noitada em famosa pista carioca:

“Os bons tempos voltaram, porra!
Porra, caralho, vai tomar no cu. 
Sabe de onde eu to chegando, bebada r aarlho carlhlo?
da  amtraiz porra1e eu tava com guilherme avvalene@ps bn tmspote vltram porra. 
vai se defer ccalhoraofjjjjjjjjjjvai om ano cusvai chuapr caaljhoto bebada poraeu e tio guigo1e issao ai11111111111”

O teclado dela não estava com problemas. E até hoje ela não sabe o que queria dizer.

Para embelezar este post, vai essa: eu fico um pouco debochada quando bebo. Recentemente encontrei um amigo das antigas, turma boa aquela. Ele acabou de se separar e devo ter dito alguma coisa que fez o rapaz ir buscar uma bebida, não voltar mais e ainda me bloquear no MSN. Ok. Não tem nem graça. Eu só testemunho, divido com o povo e rezo bastante para nunca blogar bêbada. Só isso.  

P.S. Deixo claro que este texto foi escrito há mais de 1 ano, viu @tiandrade?! Agora sou moça séria. 

terça-feira, 5 de junho de 2012

Existe lugar mais abandonado do que meu blog?
Não. 
Mas isso vai mudar. 
;)

quinta-feira, 5 de abril de 2012

EU VOU E VOCÊ?

Amanhã embarco com meu amor e mais uma reca pra assistir dois shows: Foo Fighters no sábado e Arctic Monkeys no domingo. 
Foram sessões e mais sessões exclusivas no meu carro com essas bandas, pra chegar afiada. 
Depois desses dois shows, na boa, posso ir embora feliz. 
E pr'aqueles que dizem que vou para o "LulaMolusco" (você mesma, Dona Karina) só digo 2 coisas: vai per-der. Rá! 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Taí: "Esnobar é exigir café fervendo e deixar esfriar". 
Millôr Fernandes

UNHAS FORTES, POR FAVOR?

Na semana passada aconteceram duas tragédias na minha vida. Quebrei duas unhas, uma delas na METADE da unha. 
Doeubagarái e sangrou, né? Dias depois foi a vez da outra quebrar, tb do dedo indicador. Porra.
E isso pode ser tanta coisa que canso só de pensar. Se vc tem uma receitinha milagrosa para ter "asas de águia" (gostei!), me ajuda!