sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
"Uma vela não perde força por passar chama para outra vela". Quem foi meu aluno já escutou isso - acredito ser esta a força primordial no coração de todos os professores de nossas vidas - todos dispostos a ensinar algo a alguém. E para aqueles que acham que vão perder alguma coisa por dividir suas experiências com os outros, sinto muito.
Feliz Dia dos Professores, pessoALL!
quarta-feira, 8 de agosto de 2012
AMIGOS
Amigos... Ah, os amigos... Quem vive sem eles? Ter amigos é uma arte. Ter bons amigos é acima de tudo um exercício de compreensão e generosidade... Compreender que ninguém é perfeito, que todo mundo, em algum momento é chato...Que todo mundo vive fases, e elas nem sempre são tranquilas. Que alguns acordam de mau humor, mas nem por isso deixam de ser lindos e queridos. Que as vezes alguns lhe dão "bailes" para seu bem (Embora nem sempre da melhor maneira, mas com boas intenções)...Que se um dia, aquela pessoa sempre tão simpática não lhe der um sorriso, pode ser que ela seja "bipolar", mas existem grandes chances dela também estar, naquele dia, com algum problema sério... Que as vezes as pessoas se equivocam, e devem ser chamadas a realidade.
Nada existe de melhor que um bom diálogo, que a sinceridade de perguntar: "Algum problema?" e a sinceridade de responder: "Sim. Não achei bacana isso ou aquilo". E ouvir. E trocar. E mais uma vez dizer, a si mesmo: "Ninguém é perfeito. Nem eu mesmo".
Meus amigos queridos... Amo vocês, do fundo de meu coração!!! E lembrem-se: não sou perfeito, assim como vocês. E amo vocês, com toda sua humanidade. E com toda a minha humanidade. Viva a sinceridade e o carinho e amor verdadeiros!!!
*Claro que existem os malas... Mas, para esses, os chamados falsos, que você nem sempre detecta rápido, entreguemos a LUZ. Luz para os falsos! Para que eles um dia deixem de sê-los. Pra quem não gosta de mim, desejo luz. Muita luz. Que sejam muito felizes e me esqueçam!!!!!! Deixo vocês com Rita Lee e a sua "Reza", para o dia começar com muito bom humor. (Ouvi uma amiga muito querida cantar ontem essa música e decidi compartilhar. A Rita Lee sempre arrasa, né?).
Tadeu Gondim é empresário/produtor na empresa Coletivo Angu de Teatro / Grupo instrumental SaGRAMA e amigão meu das antigas do Teatro.
Nada existe de melhor que um bom diálogo, que a sinceridade de perguntar: "Algum problema?" e a sinceridade de responder: "Sim. Não achei bacana isso ou aquilo". E ouvir. E trocar. E mais uma vez dizer, a si mesmo: "Ninguém é perfeito. Nem eu mesmo".
Meus amigos queridos... Amo vocês, do fundo de meu coração!!! E lembrem-se: não sou perfeito, assim como vocês. E amo vocês, com toda sua humanidade. E com toda a minha humanidade. Viva a sinceridade e o carinho e amor verdadeiros!!!
*Claro que existem os malas... Mas, para esses, os chamados falsos, que você nem sempre detecta rápido, entreguemos a LUZ. Luz para os falsos! Para que eles um dia deixem de sê-los. Pra quem não gosta de mim, desejo luz. Muita luz. Que sejam muito felizes e me esqueçam!!!!!! Deixo vocês com Rita Lee e a sua "Reza", para o dia começar com muito bom humor. (Ouvi uma amiga muito querida cantar ontem essa música e decidi compartilhar. A Rita Lee sempre arrasa, né?).
Tadeu Gondim é empresário/produtor na empresa Coletivo Angu de Teatro / Grupo instrumental SaGRAMA e amigão meu das antigas do Teatro.
terça-feira, 7 de agosto de 2012
UMA NOITE 'PURA' DE VIOLÊNCIA 'PURA' NO RECIFE
Estava eu tapiando navegando no Feice hoje e li uma denúncia que me deixou em estado de choque (minha velha inocência...). É sobre um pessoal que apanhou dos seguranças no último sábado no bar/boate/seiláoque Dona Carolina, um lugar bacanudo do Recife, onde já estive milhares de vezes em noites de muita bebida boa e som nem sempre essas coisas mas, com amigos, quem nunca, né?
Sabe porque gasto meu tempo com isso? Porque não quero ser a próxima e se o critério é pagar a conta e apanhar, pode ser qualquer um de nós aqui.
O relato é de Hugo Neves, segue abaixo. Mas antes, meu desabafo:
"É LÓGICO que vou compartilhar! Sabe porque? Porque as pessoas não sabem o que é civilidade. "Civilidade é o respeito pelas normas de convívio entre os membros de uma sociedade". E sabe porque mais? Porque as empresas esquecem de uma coisa superimportante ao administrar seus negócios. Investem em infraestrutura, bons produtos... E o atendimento fica esse lixo aí. O gerente do lugar devia estar tirando um cochilo nos fundos. O dono devia estar tomando uma champagne bem longe dali. Enquanto o cliente QUE PAGOU apanhava. Enquanto isso, eu não piso mais lá até uma retratação formal do Dona Carolina. E vc?"
"Apesar de todo o sentimento de constrangimento e vergonha gostaria de compartilhar com vocês sobre a noite de terror e sofrimento que ocorreu no último sábado no aniversário da casa noturna Dona Carolina. Para quem conhece a casa sabe que é um ótimo local, com boa estrutura e com um ambiente que tenta espelhar "segurança e organização". Contudo, infelizmente, no último sábado não foi isso o que aconteceu: após o belo show da banda Fundo de Quintal, eu, minha namorada, minha cunhada e seu esposo aguardamos a fila de pagamentos da consumação diminuir para podermos pagarmos e irmos embora. Após um tempo, pagamos e nos dirigimos para validação do cartão e liberação da saída. Até ai tudo bem... Quando chegamos ao saguão vimos uma confusão enorme, pois muitos dos cartões que foram pagos não foram validados nos caixas. Voltei 2 vezes para validar os cartões no caixa e quando chegava no saguão, nada de validação, daí por diante muitos clientes passaram pela mesma situação. Irritado com a situação de não poder sair da casa, o esposo da minha cunhada se dirigiu ao segurança pedindo explicações por não poder sair mesmo com as contas pagas, o mesmo mostrou o comprovante do pagamento no cartão. O segurança não quis saber de dar explicações e revidou com agressões dando uma chave de braço... Para proteger o meu cunhado tentei puxar o segurança e por causa disso mais dois seguranças vieram em minha direção e, covardemente, começaram a me agredir dentro e fora da casa. Na verdade 2 seguranças e mais um indivíduo que trabalha no Dona Carolina - não estava vestido de paletó como os demais seguranças e sim com uma aparência jovial e vestido com uma camisa vermelha - me jogaram no chão e bateram até eu perder parte da minha consciência... Bateram bastante apesar da minha namorada e minha cunhada implorarem para ele parar. Enfim, além do constrangimento, pois dezenas de pessoas presenciaram, fomos impedidos de sair do recinto mesmo tendo pago o que consumamos. Passamos o resto da madrugada e a manhã inteira indo em delegacia, IML e Hospitais. O resultado disso tudo: nariz quebrado, hematomas em várias partes do corpo, escoriações nos braços e joelho. O esposo da minha cunhada também teve alguns hematomas pelo corpo por conta dessas agressões. Isso foi o que aconteceu dentro e fora de uma das casas noturnas mais badaladas do Recife, como havia falado antes, uma casa “segura e organizada”. Hoje ainda tenho sangramentos no nariz e dores no corpo também não sei ao certo se irei realizar cirurgia para corrigir a fratura. Não poderia de deixar de comentar e compartilhar com vocês, pois como cidadão e consumidor fui humilhado e tratado como saco de pancadas por indivíduos que deveriam estar cuidando de nossa vida e de nossa segurança".
segunda-feira, 30 de julho de 2012
ÁLCOOL E SEUS RASTROS DIGITAIS
As minhas fases de soltidão são
regadas a histórias bem sem graça. Por quê?
( ) Desconheço as melhores baladas.
( ) Meus amigos não sabem se divertir.
( X ) Não bebo.
( ) Desconheço as melhores baladas.
( ) Meus amigos não sabem se divertir.
( X ) Não bebo.
Tudo porque não bebo. Minhas histórias de bebedeiras homéricas não renderiam nem uma nota neste blog. Solteirice sem álcool é muito chata, mas não precisa ser a minha.
A sobriedade é tão rica nos momentos de pileque! Tenho um talento natural para decifrar as mensagens enviadas nessas circunstâncias, sem nunca ter feito curso de hieróglifos egípcios nesta vida. Em um fim de noite de domingo em badalada casa noturna pernambucana recebi o seguinte SMS:
- "Ti baneuro vo da tenpi aqui".
Percebeu, né? A autora-amiga-minha havia desaparecido com um aceninho de mão bem Miss Brasil no meio do povo e depois, dá satisfação via SMS. Suspendi a Ice (Eu disse que não bebia? Bem: tudo porque não bebo MUITO).
Voltando, interrompi a Ice, comecei a unir os códigos e entendi alguma coisa:
- "Tô banheiro vou dar tempo aqui".
Outra boa: blogueira serelepe das ruas da Lapa não costuma, mas dia desses postou “sabe-se lá o que” bêbada depois de uma noitada em famosa pista carioca:
“Os bons tempos voltaram, porra!
Porra, caralho, vai tomar no cu.
Sabe de onde eu to chegando, bebada r aarlho carlhlo?
da amtraiz porra1e eu tava com guilherme avvalene@ps bn tmspote vltram porra.
vai se defer ccalhoraofjjjjjjjjjjvai om ano cusvai chuapr caaljhoto bebada poraeu e tio guigo1e issao ai11111111111”
O teclado dela não estava com problemas. E até hoje ela não sabe o que queria dizer.
Para embelezar este post, vai essa: eu fico um pouco debochada quando bebo. Recentemente encontrei um amigo das antigas, turma boa aquela. Ele acabou de se separar e devo ter dito alguma coisa que fez o rapaz ir buscar uma bebida, não voltar mais e ainda me bloquear no MSN. Ok. Não tem nem graça. Eu só testemunho, divido com o povo e rezo bastante para nunca blogar bêbada. Só isso.
P.S. Deixo claro que este texto foi escrito há mais de 1 ano, viu @tiandrade?! Agora sou moça séria.
terça-feira, 5 de junho de 2012
quinta-feira, 5 de abril de 2012
EU VOU E VOCÊ?
Amanhã embarco com meu amor e mais uma reca pra assistir dois shows: Foo Fighters no sábado e Arctic Monkeys no domingo.
Foram sessões e mais sessões exclusivas no meu carro com essas bandas, pra chegar afiada.
Depois desses dois shows, na boa, posso ir embora feliz.
E pr'aqueles que dizem que vou para o "LulaMolusco" (você mesma, Dona Karina) só digo 2 coisas: vai per-der. Rá!
segunda-feira, 2 de abril de 2012
UNHAS FORTES, POR FAVOR?
Na semana passada aconteceram duas tragédias na minha vida. Quebrei duas unhas, uma delas na METADE da unha.
Doeubagarái e sangrou, né? Dias depois foi a vez da outra quebrar, tb do dedo indicador. Porra.
E isso pode ser tanta coisa que canso só de pensar. Se vc tem uma receitinha milagrosa para ter "asas de águia" (gostei!), me ajuda!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
AI SE EU TE PEGO
Um amigo leitor, o Alberto, me escreve: “Continuo aqui em Istambul e
ontem fui fazer uma visita a um amigo. Para minha surpresa, na televisão
estava passando aquela música de um cantor brasileiro chamado
Michel..."assim você me mata..". Bem, será que não temos coisa melhor
pra exportar?”
Pô, até na Turquia?
Anos atrás Rita Lee afirmou numa entrevista que se quisesse compor e gravar um sucesso musical, tinha um jeito de dividir a letra, de criar um refrão, um esquema estético que serviria como base para que a canção se transformasse num sucesso. Existiria assim um método, uma fórmula que explica esses sucessos grudentos. Mas um fenômeno como o “Ai se eu te pego” vai mais longe.
O biólogo inglês Richard Dawkins, lançou em 1976 no livro chamado O GENE EGOÍSTA um termo novo: “meme”, uma brincadeira com o termo “gene”, que vem do grego mimeme e quer dizer “alguma coisa imitada”. Um meme seria “uma idéia, comportamento ou estilo que se espalha de pessoa para pessoa dentro de uma cultura” através da escrita, da fala, de gestos e rituais. Músicas inclusive...
Os redatores de propaganda e de humor já sabem disso há muito tempo. Quem é que não se lembra de “Né não, Pedro Bó?”, “Só abro a boca quando tenho certeza”, “O macaco tá certo”, “ E o salário, ó...”. Memes, memes e mais memes. No âmbito da internet, onde se discute o conceito da distribuição de informação de forma “viral”, quando uma pessoa “contamina” a outra com um vídeo, um poema, um texto ou uma imagem, o conceito do meme vem a calhar. Temos um exemplo atual na propaganda do banco Itaú com o bebê gargalhando conforme uma folha de papel é rasgada. Irresistível! Aquilo é um vídeo famoso do Youtube, com mais de 30 milhões de visualizações, um meme, um fragmento de informação irresistível, que quem vê (é contaminado), repassa imediatamente (contamina) para seus conhecidos.
No início de 2012 "Luiza que está no Canadá" transformou-se no meme das redes sociais...
A Macarena é um meme. O refrão “pocotó, pocotó, pocotó, minha eguinha pocotó” é um meme. E “delícia, delícia, assim você me mata. Ai,se eu te pego, ai, ai, se eu te pego” também é um meme que, aliado aos gestos da dancinha, gruda no cérebro da gente. Some-se a exposição pública com Neymar e Cristiano Ronaldo e você tem a bomba atômica Michel Teló, que daqui a pouco vai passar, substituída por outro meme. Mas enquanto não passa, você pode não gostar, mas garanto que anda dizendo:
- Pô, não consigo tirar essa música da cabeça!
Pois é... Dizem que os memes fazem cócegas em nosso cérebro, e a única forma de combater as cócegas é coçando. E para coçar o cérebro, só repetindo o meme. É assim que a coisa funciona. Bem, agora você já sabe. Quando se pegar cantando, mesmo que mentalmente, “Ai se eu te pego”, é coceira no cérebro. Mas não se desespere. Com o tempo, passa...
Ô Alberto, quando você tiver a letra em turco, manda pra gente!
Luciano Pires
Pô, até na Turquia?
Anos atrás Rita Lee afirmou numa entrevista que se quisesse compor e gravar um sucesso musical, tinha um jeito de dividir a letra, de criar um refrão, um esquema estético que serviria como base para que a canção se transformasse num sucesso. Existiria assim um método, uma fórmula que explica esses sucessos grudentos. Mas um fenômeno como o “Ai se eu te pego” vai mais longe.
O biólogo inglês Richard Dawkins, lançou em 1976 no livro chamado O GENE EGOÍSTA um termo novo: “meme”, uma brincadeira com o termo “gene”, que vem do grego mimeme e quer dizer “alguma coisa imitada”. Um meme seria “uma idéia, comportamento ou estilo que se espalha de pessoa para pessoa dentro de uma cultura” através da escrita, da fala, de gestos e rituais. Músicas inclusive...
Os redatores de propaganda e de humor já sabem disso há muito tempo. Quem é que não se lembra de “Né não, Pedro Bó?”, “Só abro a boca quando tenho certeza”, “O macaco tá certo”, “ E o salário, ó...”. Memes, memes e mais memes. No âmbito da internet, onde se discute o conceito da distribuição de informação de forma “viral”, quando uma pessoa “contamina” a outra com um vídeo, um poema, um texto ou uma imagem, o conceito do meme vem a calhar. Temos um exemplo atual na propaganda do banco Itaú com o bebê gargalhando conforme uma folha de papel é rasgada. Irresistível! Aquilo é um vídeo famoso do Youtube, com mais de 30 milhões de visualizações, um meme, um fragmento de informação irresistível, que quem vê (é contaminado), repassa imediatamente (contamina) para seus conhecidos.
No início de 2012 "Luiza que está no Canadá" transformou-se no meme das redes sociais...
A Macarena é um meme. O refrão “pocotó, pocotó, pocotó, minha eguinha pocotó” é um meme. E “delícia, delícia, assim você me mata. Ai,se eu te pego, ai, ai, se eu te pego” também é um meme que, aliado aos gestos da dancinha, gruda no cérebro da gente. Some-se a exposição pública com Neymar e Cristiano Ronaldo e você tem a bomba atômica Michel Teló, que daqui a pouco vai passar, substituída por outro meme. Mas enquanto não passa, você pode não gostar, mas garanto que anda dizendo:
- Pô, não consigo tirar essa música da cabeça!
Pois é... Dizem que os memes fazem cócegas em nosso cérebro, e a única forma de combater as cócegas é coçando. E para coçar o cérebro, só repetindo o meme. É assim que a coisa funciona. Bem, agora você já sabe. Quando se pegar cantando, mesmo que mentalmente, “Ai se eu te pego”, é coceira no cérebro. Mas não se desespere. Com o tempo, passa...
Ô Alberto, quando você tiver a letra em turco, manda pra gente!
Luciano Pires
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
NESTE VERÃO: SEREIA OU BALEIA?
A academia Runner criou um outdoor que perguntava o seguinte:
"Neste verão, você quer ser sereia ou baleia?"
Uma mulher enviou a sua resposta:
“Ontem, vi um outdoor da Runner, com a foto de uma moça escultural de biquíni e a frase: “Neste verão, qual você quer ser?”
Sereia ou Baleia?
Respondo:
Baleias estão sempre cercadas de amigos.
Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos. Baleias amamentam.
Baleias nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares legais como as banquisas de gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia.
Baleias têm amigos golfinhos. Baleias comem camarão à beça.
Baleias esguicham água e brincam muito.
Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados. Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais.
Baleias são bem resolvidas, lindas e amadas.
Sereias não existem. Se existissem viveriam em crise existencial: “Sou um peixe ou um ser humano?”
Sereias não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza. São lindas, porém tristes e sempre solitárias...
Runner, querida, prefiro ser baleia!"
Uma mulher enviou a sua resposta:
“Ontem, vi um outdoor da Runner, com a foto de uma moça escultural de biquíni e a frase: “Neste verão, qual você quer ser?”
Sereia ou Baleia?
Respondo:
Baleias estão sempre cercadas de amigos.
Baleias têm vida sexual ativa, engravidam e têm filhotinhos fofos. Baleias amamentam.
Baleias nadam por aí, cortando os mares e conhecendo lugares legais como as banquisas de gelo da Antártida e os recifes de coral da Polinésia.
Baleias têm amigos golfinhos. Baleias comem camarão à beça.
Baleias esguicham água e brincam muito.
Baleias cantam muito bem e têm até CDs gravados. Baleias são enormes e quase não têm predadores naturais.
Baleias são bem resolvidas, lindas e amadas.
Sereias não existem. Se existissem viveriam em crise existencial: “Sou um peixe ou um ser humano?”
Sereias não têm filhos, pois matam os homens que se encantam com sua beleza. São lindas, porém tristes e sempre solitárias...
Runner, querida, prefiro ser baleia!"
Via Facebook
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
10 COISAS QUE OS HOMENS NÃO GOSTARIAM DE SABER SOBRE RELACIONAMENTOS
1. Não é só você que gosta de sair sozinho. As amigas da sua namorada
também a convidam para baladas. Inclusive as solteiras. Se ela não sai
sozinha, não é por falta de convite.
2. Mulheres gostam de detalhes – e contam a maior parte das coisas para as amigas. Inclusive sobre o tamanho do seu membro.
3. As mulheres mentem melhor do que os homens. Se você está se achando o homem mais esperto do universo, transando com outras mulheres enquanto está namorando, é bem provável que ela esteja fazendo o mesmo.
4. Mulheres gostam de atenção e companhia. Por isso são rivais dos video games que te hipnotizam por horas.
5. Ela não ficou chata depois que vocês casaram. Ela sempre foi assim – foi você que não a observou com cuidado.
6. Você não é a única pessoa que pode fazê-la feliz.
7. Ela finge que não liga, mas adora quando você a insere nos seus planos futuros.
8. Ela volta e meia questiona se vale mais a pena ficar solteira ou comprometida com você. Suas atitudes diárias determinam a escolha.
9. Mulheres querem ouvir detalhes. Quando te perguntam se estão bonitas, elas queriam ouvir de volta: “Hmm…deixa eu ver, dá uma volta. Uau, esse vestido ficou lindo em você. Adorei também seu cabelo desse jeito. E esse sapato novo? Te deixou bem charmosa. Vem aqui me dar um beijo, minha gostosa.”
10. Ela sempre vai lotar o banheiro com potes, cremes, certinhas, secador, sabonetes, etc. Difícil lutar contra isso.
Casal sem Vergonha
2. Mulheres gostam de detalhes – e contam a maior parte das coisas para as amigas. Inclusive sobre o tamanho do seu membro.
3. As mulheres mentem melhor do que os homens. Se você está se achando o homem mais esperto do universo, transando com outras mulheres enquanto está namorando, é bem provável que ela esteja fazendo o mesmo.
4. Mulheres gostam de atenção e companhia. Por isso são rivais dos video games que te hipnotizam por horas.
5. Ela não ficou chata depois que vocês casaram. Ela sempre foi assim – foi você que não a observou com cuidado.
6. Você não é a única pessoa que pode fazê-la feliz.
7. Ela finge que não liga, mas adora quando você a insere nos seus planos futuros.
8. Ela volta e meia questiona se vale mais a pena ficar solteira ou comprometida com você. Suas atitudes diárias determinam a escolha.
9. Mulheres querem ouvir detalhes. Quando te perguntam se estão bonitas, elas queriam ouvir de volta: “Hmm…deixa eu ver, dá uma volta. Uau, esse vestido ficou lindo em você. Adorei também seu cabelo desse jeito. E esse sapato novo? Te deixou bem charmosa. Vem aqui me dar um beijo, minha gostosa.”
10. Ela sempre vai lotar o banheiro com potes, cremes, certinhas, secador, sabonetes, etc. Difícil lutar contra isso.
Casal sem Vergonha
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
O QUE PODE SER MAIS IMPORTANTE DO QUE A FELICIDADE?
Você quer comprar coisas bonitas, se embelezar, pois investir em sua
aparência e status lhe parece a solução final de todos os problemas. As
biografias de gente linda, milionária e infeliz, entretanto, não são
difíceis de encontrar. O contrário disto, porém, lhe parece improvável: a
falta de ambição ou vaidade não devem levar ninguém ao paraíso. Sim,
é complicado. A ideia do mundo capitalista é convencer a todos de que o
dinheiro e a boa aparência, ou qualquer outra forma de poder, são uma
solução permanente e infalível. Ainda que isto só se comprove nas aparências. Para barco que não sabe a qual porto se dirige, nenhum vento é bom.
O psicanalista britânico Adam Phillips, autor de “Monogamia”, afirmou em entrevista dada por ocasião do lançamento do livro: “A única escolha é ser feliz ou não. É isso que está sendo vendido como o único programa: quanto prazer você pode ter, quão feliz pode ser. Só que felicidade pode ser como uma droga, nunca satisfaz, você quer sempre mais. Há coisas muito mais importantes que a felicidade: justiça, generosidade, gentileza.”
Li este pequeno parágrafo e achei que valia a pena refletir sobre isto aqui com você. Parece-me claro que felicidade é um valor, ou sentimento, superestimado. A ideia da monogamia, dos padrões de relacionamento atuais que discutem muito mais regras contratuais do que contemplam as singularidades de cada sentimento a cada momento em cada pessoa. As orientações sexuais se multiplicam e, paradoxalmente, todos querem entrar em uma definição que “facilite” as identificações. Não parece haver um estilo de vida que resolva a vida de todos.
As simplificações que reduzem a “vida boa” a algo que se pode comprar, ao objeto do desejo para além do próprio corpo ou consciência, é um perigo. Qual a beleza da flor que não foi vista? A beleza está na flor ou nos olhos de quem a vê? E ver, terá a mesma significação de contemplar? Ver não é enxergar. Como felicidade não é, ou não me parece ser, um estado contínuo de sentimentos positivos, alegrias e contentamento. Nada pode parecer tão aprisionador e sufocante quanto um orgasmo, ou epifania.
Isto conduz a uma outra reflexão: quando podemos dizer que somos felizes com alguém? Quando estamos o tempo todo com aquele ar de quem está de férias na Polinésia Francesa com tudo grátis em hotéis de seis estrelas? Quando somos lindos e jovens, estamos de roupas novas, a saúde está perfeita e podemos nos entregar indulgentemente a todos os prazeres mundanos? Certo que não, embora não seja de todo má esta ideia.
Fazer a vida ser boa dá trabalho. Fazer um relacionamento funcionar também. E trabalho é, por vezes, algo que nos coloca em situações críticas, nos exaure, nos angustia. Ajudar alguém, ou servir a algum princípio ou causa que não busca recompensas imediatas pode sim ser gratificante. É preciso ter a ciência de que, ainda que isto signifique grandeza de espírito, pode, e deve, contemplar algum sacrifício ou, até mesmo, dor. Realização e felicidade não moram na mesma casa e nem trabalham no mesmo período mas, claro, podem fazer parte do mesmo roteiro.
Monogamia pode ser bom ou ruim. Fidelidade também. Lealdade, por outro lado, é fundamental para que se faça grande uma história ou sentimento por alguém. Existem muitas formas de se relacionar. Cada pessoa quer coisas diferentes ao longo da vida, ou não, mas precisa fazer contato com isso. E deixar que o alguém que lhe importe também o faça. Num mundo, e diante de uma vida, cheio de incertezas, é muito bom que olhemos para dentro para consultar, de tanto em tanto, quem somos e o que queremos. Escolher um porto e içar velas. Assim poderemos saber se estamos indo bem ou não, na construção de nossa história.
Um dia desses, no meio de uma consulta com o pediatra, meu filho de quatro anos que estava meio absorto em suas ideias, me perguntou: “Papai, quando uma pessoa morre ela não fala mais nada? Quando eu morrer eu não vou existir mais? Não sobra nada?” Tentando não perder o foco na consulta, respondi rápido: “Meu filho, quando as pessoas morrem elas viram histórias. Histórias e estrelas no céu”. Ele complementou: “E as pessoas que ficam contam a nossa história, não é papai?”. É, filho. Por isso, temos que escrever uma bem bonita.
Leo Jaime
O psicanalista britânico Adam Phillips, autor de “Monogamia”, afirmou em entrevista dada por ocasião do lançamento do livro: “A única escolha é ser feliz ou não. É isso que está sendo vendido como o único programa: quanto prazer você pode ter, quão feliz pode ser. Só que felicidade pode ser como uma droga, nunca satisfaz, você quer sempre mais. Há coisas muito mais importantes que a felicidade: justiça, generosidade, gentileza.”
Li este pequeno parágrafo e achei que valia a pena refletir sobre isto aqui com você. Parece-me claro que felicidade é um valor, ou sentimento, superestimado. A ideia da monogamia, dos padrões de relacionamento atuais que discutem muito mais regras contratuais do que contemplam as singularidades de cada sentimento a cada momento em cada pessoa. As orientações sexuais se multiplicam e, paradoxalmente, todos querem entrar em uma definição que “facilite” as identificações. Não parece haver um estilo de vida que resolva a vida de todos.
As simplificações que reduzem a “vida boa” a algo que se pode comprar, ao objeto do desejo para além do próprio corpo ou consciência, é um perigo. Qual a beleza da flor que não foi vista? A beleza está na flor ou nos olhos de quem a vê? E ver, terá a mesma significação de contemplar? Ver não é enxergar. Como felicidade não é, ou não me parece ser, um estado contínuo de sentimentos positivos, alegrias e contentamento. Nada pode parecer tão aprisionador e sufocante quanto um orgasmo, ou epifania.
Isto conduz a uma outra reflexão: quando podemos dizer que somos felizes com alguém? Quando estamos o tempo todo com aquele ar de quem está de férias na Polinésia Francesa com tudo grátis em hotéis de seis estrelas? Quando somos lindos e jovens, estamos de roupas novas, a saúde está perfeita e podemos nos entregar indulgentemente a todos os prazeres mundanos? Certo que não, embora não seja de todo má esta ideia.
Fazer a vida ser boa dá trabalho. Fazer um relacionamento funcionar também. E trabalho é, por vezes, algo que nos coloca em situações críticas, nos exaure, nos angustia. Ajudar alguém, ou servir a algum princípio ou causa que não busca recompensas imediatas pode sim ser gratificante. É preciso ter a ciência de que, ainda que isto signifique grandeza de espírito, pode, e deve, contemplar algum sacrifício ou, até mesmo, dor. Realização e felicidade não moram na mesma casa e nem trabalham no mesmo período mas, claro, podem fazer parte do mesmo roteiro.
Monogamia pode ser bom ou ruim. Fidelidade também. Lealdade, por outro lado, é fundamental para que se faça grande uma história ou sentimento por alguém. Existem muitas formas de se relacionar. Cada pessoa quer coisas diferentes ao longo da vida, ou não, mas precisa fazer contato com isso. E deixar que o alguém que lhe importe também o faça. Num mundo, e diante de uma vida, cheio de incertezas, é muito bom que olhemos para dentro para consultar, de tanto em tanto, quem somos e o que queremos. Escolher um porto e içar velas. Assim poderemos saber se estamos indo bem ou não, na construção de nossa história.
Um dia desses, no meio de uma consulta com o pediatra, meu filho de quatro anos que estava meio absorto em suas ideias, me perguntou: “Papai, quando uma pessoa morre ela não fala mais nada? Quando eu morrer eu não vou existir mais? Não sobra nada?” Tentando não perder o foco na consulta, respondi rápido: “Meu filho, quando as pessoas morrem elas viram histórias. Histórias e estrelas no céu”. Ele complementou: “E as pessoas que ficam contam a nossa história, não é papai?”. É, filho. Por isso, temos que escrever uma bem bonita.
Leo Jaime
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
8 COISAS QUE APRENDI COM STEPHEN HAWKING
1. O universo criou a si mesmo
Esta foi, sem dúvida, a maior polêmica levantada por Hawking em "O Grande Projeto": a ideia de que o universo pode ter sido perfeitamente criado por si próprio, sem a necessidade da figura de Deus para explicar seu surgimento. Os dois cientistas garantem que essa hipótese é fisicamente justificável, já que o universo possa ter surgido a partir de um estado onde nada existia, ou seja, do zero. Devido a leis como gravidade, conforme eles explicam, podemos supor que as galáxias são capazes de regular seus mecanismos de forma independente.
2. Quarks nunca estão sozinhos
Os quarks, bem como os léptons, são as partículas mais básicas do universo, pois constituem a matéria. O quark é o único, dentre essas partículas, que interage através de todas as quatro forças fundamentais (gravidade, electromagnetismo, força nuclear fraca e força forte), além de dois de seus seis tipos serem formadores de prótons e neutrons. Hawking e Mlodinow sugerem que a atração entre os quarks funciona da seguinte maneira: quanto maior a distância entre dois quarks, mais cresce a força que os mantém unidos. Logo, estão sempre juntos, e não existem quarks livres na natureza.
3. O teorema de Pitágoras não é de Pitágoras
Quem estudou matemática no colégio, sabe que essa foi uma das noções mais básicas do aprendizado criada por Pitágoras acerca dos lados de um triângulo, afirmando que a² + b² = c². Contudo, Hawking e Mlodinow sugerem que não foi Pitágoras o autor dessas fórmulas sobre catetos e hipotenusas. Segundo os físicos, os antigos babilônios já aplicavam estas noções matemáticas séculos antes de Pitágoras nascer, em 570 a. C.
4. Teoria do peixe no aquário redondo
Há alguns anos, as autoridades de Monza (Itália) proibiram toda a população de criar peixes em aquários, pois era qualificado como prejudicial aos animais, que teriam uma visão distorcida da realidade devido à curvatura do vidro. Sobre isso, os físicos lançaram a seguinte questão: como é que podemos saber qual é a verdadeira visão da realidade? Como podemos garantir que não estamos nós mesmos vendo o mundo através de algo como um aquário curvo, que distorce permanentemente o que consideramos "real"?
5. Relatividade geral
Hawking e Mlodinow fizeram uma releitura de alguns pontos da velha teoria da relatividade, formulada por Albert Einstein. Ela explica como a matéria e a energia influenciam o meio e causam curvaturas no espaço-tempo (o que origina, por exemplo, a gravidade e os buracos negros). Entre outras características, a teoria afirma que o tempo flui mais lentamente quando nos aproximamos de um corpo de grande massa, como um planeta ou estrela. Na época em que a lei se espalhou pelo meio científico, ficou a ideia de que ela se aplica apenas a grandes eventos no universo, como os buracos negros, por exemplo. Porém, os físicos explicam que a lei é automaticamente levada para qualquer sistema de medição de tempo e espaço - tal como um GPS - e, sem a relatividade geral, as medições dariam resultados imprecisos por quilômetros de distância.
6. Teoria do todo
Uma teoria do todo, conforme sugere o nome, é qualquer uma que unifique todos os fenômenos físicos do universo sob um único padrão matemático. De acordo com Hawking e Mlodinow, a única teoria do todo válida para explicar nosso meio seria a Teoria M. A ideia diz que o universo seria composto de cordas que vibram em diferentes frequências e determinam as dimensões em que as galáxias se posicionam. Com essa teoria, haveria não três, mas onze dimensões existentes, o que dá origem a mais de um universo.
7. O passado é uma possibilidade
Se podemos apenas saber que uma partícula viajou de um ponto A a um ponto B, mas não observamos o caminho que ela fez para chegar ao seu destino, é possível concluir que ela, simultaneamente, fez todos os trajetos possíveis para construir a trajetória. Esse é um princípio da mecânica quântica, que explica: se qualquer evento no passado não foi observado e registrado, ele é tão indefinido quanto um evento futuro. Dessa forma, não se pode dizer que ele aconteceu de determinada maneira, e sim de todas as maneiras possíveis ao mesmo tempo. Loucura, não?
8. A força da luz
A cada segundo, uma lâmpada incandescente comum, de 1 watt, emite um quintilhão de fótons , a partícula elementar da luz. Pode-se dizer, de maneira primária, que os fótons são como pequenos pacotes dentro dos quais a luz é emitida. Os cientistas ainda investigam a fundo as propriedades de um fóton, que se comporta simultaneamente como partícula e como onda.
Esta foi, sem dúvida, a maior polêmica levantada por Hawking em "O Grande Projeto": a ideia de que o universo pode ter sido perfeitamente criado por si próprio, sem a necessidade da figura de Deus para explicar seu surgimento. Os dois cientistas garantem que essa hipótese é fisicamente justificável, já que o universo possa ter surgido a partir de um estado onde nada existia, ou seja, do zero. Devido a leis como gravidade, conforme eles explicam, podemos supor que as galáxias são capazes de regular seus mecanismos de forma independente.
2. Quarks nunca estão sozinhos
Os quarks, bem como os léptons, são as partículas mais básicas do universo, pois constituem a matéria. O quark é o único, dentre essas partículas, que interage através de todas as quatro forças fundamentais (gravidade, electromagnetismo, força nuclear fraca e força forte), além de dois de seus seis tipos serem formadores de prótons e neutrons. Hawking e Mlodinow sugerem que a atração entre os quarks funciona da seguinte maneira: quanto maior a distância entre dois quarks, mais cresce a força que os mantém unidos. Logo, estão sempre juntos, e não existem quarks livres na natureza.
3. O teorema de Pitágoras não é de Pitágoras
Quem estudou matemática no colégio, sabe que essa foi uma das noções mais básicas do aprendizado criada por Pitágoras acerca dos lados de um triângulo, afirmando que a² + b² = c². Contudo, Hawking e Mlodinow sugerem que não foi Pitágoras o autor dessas fórmulas sobre catetos e hipotenusas. Segundo os físicos, os antigos babilônios já aplicavam estas noções matemáticas séculos antes de Pitágoras nascer, em 570 a. C.
4. Teoria do peixe no aquário redondo
Há alguns anos, as autoridades de Monza (Itália) proibiram toda a população de criar peixes em aquários, pois era qualificado como prejudicial aos animais, que teriam uma visão distorcida da realidade devido à curvatura do vidro. Sobre isso, os físicos lançaram a seguinte questão: como é que podemos saber qual é a verdadeira visão da realidade? Como podemos garantir que não estamos nós mesmos vendo o mundo através de algo como um aquário curvo, que distorce permanentemente o que consideramos "real"?
5. Relatividade geral
Hawking e Mlodinow fizeram uma releitura de alguns pontos da velha teoria da relatividade, formulada por Albert Einstein. Ela explica como a matéria e a energia influenciam o meio e causam curvaturas no espaço-tempo (o que origina, por exemplo, a gravidade e os buracos negros). Entre outras características, a teoria afirma que o tempo flui mais lentamente quando nos aproximamos de um corpo de grande massa, como um planeta ou estrela. Na época em que a lei se espalhou pelo meio científico, ficou a ideia de que ela se aplica apenas a grandes eventos no universo, como os buracos negros, por exemplo. Porém, os físicos explicam que a lei é automaticamente levada para qualquer sistema de medição de tempo e espaço - tal como um GPS - e, sem a relatividade geral, as medições dariam resultados imprecisos por quilômetros de distância.
6. Teoria do todo
Uma teoria do todo, conforme sugere o nome, é qualquer uma que unifique todos os fenômenos físicos do universo sob um único padrão matemático. De acordo com Hawking e Mlodinow, a única teoria do todo válida para explicar nosso meio seria a Teoria M. A ideia diz que o universo seria composto de cordas que vibram em diferentes frequências e determinam as dimensões em que as galáxias se posicionam. Com essa teoria, haveria não três, mas onze dimensões existentes, o que dá origem a mais de um universo.
7. O passado é uma possibilidade
Se podemos apenas saber que uma partícula viajou de um ponto A a um ponto B, mas não observamos o caminho que ela fez para chegar ao seu destino, é possível concluir que ela, simultaneamente, fez todos os trajetos possíveis para construir a trajetória. Esse é um princípio da mecânica quântica, que explica: se qualquer evento no passado não foi observado e registrado, ele é tão indefinido quanto um evento futuro. Dessa forma, não se pode dizer que ele aconteceu de determinada maneira, e sim de todas as maneiras possíveis ao mesmo tempo. Loucura, não?
8. A força da luz
A cada segundo, uma lâmpada incandescente comum, de 1 watt, emite um quintilhão de fótons , a partícula elementar da luz. Pode-se dizer, de maneira primária, que os fótons são como pequenos pacotes dentro dos quais a luz é emitida. Os cientistas ainda investigam a fundo as propriedades de um fóton, que se comporta simultaneamente como partícula e como onda.
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