quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

TRAJE A RIGOR


Kibeloco

MUDANÇAS

Estamos sempre mudando, nada é exatamente
igual ao que foi a um segundo atrás.
Estamos sempre partindo
e sempre chegando em algum lugar.

Nossa vida é uma estrada,
que pode ser longa ou curta
não sabemos onde tem curvas
e nem tão pouco onde vamos chegar.

Olhar atrás, ver o que ficou
às vezes nos custa uma lágrima,
um aperto no coração, da mesma forma
que olhamos pra frente e sabemos
que temos que seguir sem saber
o que vamos encontrar.

Nossa jornada não tem fim
e quando pensamos que terminou
ela apenas parou para tomarmos fôlego
e continuar aqui ou em outra dimensão.
Estamos sempre lutando por novas conquistas,
sempre conhecendo pessoas
que são muito diferentes umas das outras.

As pessoas que entram em nossas vidas,
não entram por simples coincidência.
Muitas nada acrescentam,
outras nos magoam e nos fazem sofrer,
mas tem aquelas que nunca queremos esquecer.

É como o sol em dias de chuva
que nem precisa aparecer,
pois sabemos que ele existe
e onde podemos encontrá-lo.
Assim são os verdadeiros amigos,
sabemos que com eles sempre poderemos contar.

Desejamos sempre tê-los ao nosso lado,
nos trazem felicidades e alegrias.
Mas acredite, essas pessoas que não nos agradam
também tem seu devido valor,
pois são elas que nos impulsionam
para que possamos buscar novos horizontes
e quando partimos aí somos reconhecidos,
e sentem nossa falta.

O importante em nossa vida, é nunca esquecer
de todas as pessoas que por nós passaram,
porque por um motivo ou por outro
fizeram parte de nossos dias...

Edson L. Nascimento
"Vou sair pra ver o céu, vou me perder entre as estrelas, ver da onde nasce o sol, como se guiam os cometas pelo espaço e os meus passos nunca mais serão iguais".
Herbert Vianna

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

RETRATO COM CHEETOS

Um artista de uma escola especializada em fazer arte usando matérias-primas incomuns apresentou um retrato feito inteiramente com salgadinhos de queijo. Mais de 50 pacotes, ou 2 mil salgadinhos, foram usados para criar o rosto do comediante americano Conan O’Brien. Te cuida, Vik Muniz. O vídeo com a proeza teve 80 mil acessos.


PARA JIU

"Quero que você me dê o que tiver de bom pra dar, ficar junto de você é como ouvir o som do mar. Se você não vem me amar é maré cheia, amor. Ter você é ver o sol deitado na areia...".
Vander Lee

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

QUEDA DO MURO DE BERLIM

Na tarde do dia 9 de novembro de 1989 houve uma conferência de imprensa transmitida ao vivo na Alemanha Oriental onde um membro do Politburo(órgão executivo do Partido Comunista), Gunther Schabowksi, anunciava a decisão do Conselho de Ministros de abolir as restrições de viagens ao lado ocidental. Os cidadãos da Alemanha Oriental consideraram isso como uma ordem para atravessar ao lado ocidental, e foram em massa ao muro, a conseqüência foi a derrubada do muro, e a data entrou para a história mundial como o dia que o Muro de Berlim foi derrubado. Há 20 anos.
Para saber o que foi o Muro de Berlim, vamos a alguns números sobre ele:
- O 1º obstáculo era um muro de 3m;
- A 2ª barreira era uma grade de 2 m de altura com alarme;
- Ainda tinha um tapete de pregos de 14 cm de comprimento cada;
- Aí sim se chegava aos 43,7 km de muro com 4,2m de altura e 110 km de cerca isolando a parte oriental (comunista) da ocidental (capitalista);
- Para atravessar o Muro tinha que passar por uma faixa de segurança, chamada de Zona da Morte, com comprimento de 100m, vigiada em 186 torres de controle por 11.500 guardas e 992 cães de guarda.
O Muro de Berlim representava a separação mundial existente na época da Guerra Fria, na disputa entre Comunismo, comandada pela União Soviética (extinta em1991) e o Capitalismo, comandado pelos Estados Unidos. Era o mesmo povo (alemão), no mesmo país (Alemanha) e dividido em duas diferentes correntes econômicas, a comunista e a capitalista. Cada lado mostrava os números favoráveis ao seu sucesso, e como não havia controle sobre as informações que eram divulgadas, não se poderiam saber quem dos dois estava com a razão, se o lado comunista ou o capitalista.
O jornalista alemão Armin Fuhrer reuniu os principais mitos sobre o que era divulgado na época da Guerra Fria sobre Berlim Oriental. Um deles estava na igualdade existente entre homens e mulheres, e a realidade era que a taxa de natalidade no período caiu 35%, já que as mulheres eram obrigadas, por lei, a conciliar trabalho e as tarefas domésticas, e os melhores empregos ficavam com os homens, por exemplo: apenas 5% dos professores universitários eram mulheres. Outro mito bastante divulgado era sobre a qualidade e o acesso de todos ao ensino, mas apenas 10% dos filhos de operários freqüentavam a faculdade, esse índice era de 20% entre os filhos dos operários de Berlim Ocidental.
Agora, 20 anos depois, quem foi o vencedor da Guerra Fria travada no Muro de Berlim?
O que aconteceu naquele 9 de novembro de 1989 com a Queda do Muro: mais de 20 mil alemães orientais foram para o lado ocidental, sinal que o lado ocidental era melhor. Só por este detalhe já poderíamos concluir que Berlim Ocidental teve mais sucesso que Berlim Oriental.
A liberdade foi o segredo do sucesso de Berlim Ocidental capitalista.
O controle de tudo e de todos pelo Politburo foi o responsável pelo fracasso de Berlim Oriental comunista.
A liberdade individual e o respeito a ela são fundamentais para o desenvolvimento humano, não importa a ideologia.

MIKE DO MOSQUEIRO



Bobagento
“Os loucos abrem caminhos que logo são seguidos pelos sábios”
Carlo Dossi

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

O EXORCISTA 2010

VELHO LOUCO ME ALERTA SOBRE OS PERIGOS DA VIDA

Eu estava muito bem nesse dia. Era um dia bonito, alguns diriam, pois tinha um sol bem forte e o céu estava limpo. Realmente era um ótimo dia para ficar no ar condicionado. Porém eu não tenho muita sorte na vida e nesse dia eu saí para tentar ajeitar a minha.
Pois bem, tentativa de ajeitar a vida foi arruinada e eu estava voltando para casa depois de uma longa caminhada debaixo daquele sol daquele lindo dia - eu já estava muito suado, fique sabendo. Pego o ônibus e chego no terminal onde eu teria de ficar esperando o outro ônibus para casa.
Como eu estava bastante cansado, procurei um canto naqueles velhos, enferrujados e grudentos bancos do terminal. É usual que o lugar logo ao lado do lixeiro estivesse vazio e também é usual eu sentar ali. Equipado com meu novo equipamento de mp3 eu fui lá e sentei ao lado do lixeiro repleto de abelhas à minha direita e, no meu lado esquerdo, um velho de camiseta de marinheiro e bigode torto.
Se não me engano eu estava ouvindo Los Hermanos. Não que isso tenha alguma importância crítica para o entendimento da história, só queria dizer.
Não sou do tipo que ouve música no último volume, pois eu gosto de poder ouvir alguém me chamando se for o caso. E por causa dessa característica eu percebi que o velho louco e de bigode branco e torto do meu lado estava gesticulando, falando e olhando pra mim. Fiz o que todo bom cidadão faria: fingi que não vi nada.
Por cerca de meia música essa atitude deu resultado. Porém o velho tinha uma meta naquela manhã e essa meta era conversar comigo. Ele me cutucou na coxa.
- Oi, que foi? - eu perguntei depois de tirar o fone esquerdo da orelha.
- Tá vendo isso aqui? - ele ma fala virando o cotovelo direito pro meu campo de visão. Nesse cotovelo tinha um pequeno corte já com o sangue coagulado para o qual ele apontava de maneira frenética. Obviamente era isso que ele queria mostrar. Provavelmente ele gostaria de iniciar uma daquelas épicas conversas sobre machucados. - Olha, pingou sangue na minha bermuda!
- Hm... que coisa... né? - botei meu fone no ouvido e dessa vez fiquei olhando na direção contrário de onde o velho estava sentado.
Consegui ouvir mais uma música até que...
- Moço - o velho me cutuca outra vez na coxa. Dessa vez eu nem tiro o fone.
- Oi, diga.
- Tá ouvindo o rádio? - dei boas risadas por dentro com essa pergunta.
- Sim. Rádio. - e novamente desviei meu olhar para longe do velho.
Não muitos segundos depois, outra cutucada. Dessa vez eu tirei o fone.
- Que?
- Moço, eu... Olha, eu vi na TV uma vez... É que isso aí, essas coisas aí na orelha... Isso não faz bem pra memória.
- Hm - foi aí que me "interessei" pela conversa.
- É... Dizem que isso aí suga a sua memória.
- É mesmo? Mas eu gosto mesmo assim.
Depois de alguns segundos de silêncio entre eu e ele olhando olho no olho, o velho retoma a conversa:
- Tem uns que gostam de fumar, você gosta do rádio. Eu sei, já fui jovem... Mas isso aí não faz nada bem pra memória. Fumar tudo bem... não vejo problemas.
Ok, se você quiser fumar, vá em frente, coloque a fumaça pra dentro e inicie seu câncer, seu mau hálito e seus dentes amarelos agora mesmo. Mas, meu amigo, NÃO COLOQUE ESSES FONES NO OUVIDO SE VOCÊ QUISER SE LEMBRAR O QUE COMEU NO ALMOÇO!
Botei o fone, troquei de música e aumentei o volume. Não foi o suficiente. De novo alguém cutucava minha coxa e, sim, era o velho.
- Oi, que foi?
- Moço, o terminal lá do centro é mais comprido que esse aqui, né?
“A maior de todas as maravilhas não é conquistar o mundo, mas dominar a si mesmo.”
Arthur Schopenhauer

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

A CULPA É DO DOCE

Um estudo da Universidade de Cardiff, na Grã-Bretanha, concluiu que o consumo diário de açúcar na infância pode levar à violência na vida adulta.
A pesquisa, publicada na edição de outubro do British Journal of Psychiatry, estudou 17.500 pessoas e descobriu que 69% dos pesquisados violentos aos 34 anos de idade consumiam doces quase todos os dias quando tinham 10 anos de idade, já entre os não violentos esse índice caía para 42%.
Outra matéria da revista Veja, sendo inclusive capa da revista semanal, discorre sobre os malefícios do açúcar ao organismo humano. O principal vilão nesse caso é o refrigerante, responsável pelo consumo líquido de açúcar pelo organismo e pelas altas calorias existentes. A comparação a seguir foi publicada nesta reportagem da Veja.
A culpa do comportamento violento de algumas pessoas não pode ser atribuída exclusivamente ao consumo de doces, nem culpar o refrigerante como responsável por diversas doenças causadas pelo excesso de açúcar.
O que temos que analisar sobre esses números é que tudo que é consumido em excesso pode fazer mal, o equilíbrio é a melhor medida. Vamos no dito popular: consuma com moderação.
“Tente não ser um homem de sucesso, e sim um homem de valores.”
Albert Einstein

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

formspring.me

Se você pudesse ter um papel principal em um filme, qual seria?

A de uma filhotinha em busca do pai.

Ask me anything

ASSIM DISSE ALMADINEJAD

O JOGO DA SEDUÇÃO, O QUANTO DEVE SER MOSTRADO


Cientistas da Universidade de Leeds, na Inglaterra, descobriram o número certo sobre o quanto a mulher deve mostrar do seu corpo para seduzir o público masculino.
As 4 cientistas responsáveis pelo estudo foram a uma das maiores boates da cidade e registraram o que as mulheres estavam usando e as vezes que eram abordadas.
O númeromágico é 40%. As mulheres que mostraram 40% de seu corpo foram 2 vezes mais abordadas que aquelas que estavam totalmente vestidas, e foram mais vezes abordadas até mesmo por que aquelas que deixaram mais partes do corpo à mostra.
Humm, e como é deixar 40% do corpo à mostra?
O estudo considerou que cada braço representa 10%, cada perna 15% e o torso 50% do corpo feminino.
40% significa deixar 2 pernas e 1 braço a mostra, ou ainda os 2 braços e as 2 pernas com meia soquete até o joelho.
E no Brasil, qual seria o número mágico?
A Inglaterra é um país com clima mais frio que o nosso, por isso é comum as pessoas, homens e mulheres, usarem mais roupas do que no Brasil, que tem o clima mais quente. Se a mesma pesquisa fosse feita por aqui acredito que o número ideal da sedução seria diferente. O que vocês acham?
"Tudo obedece ao dinheiro."
Horácio

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

25 MÚSICAS EM UMA

Mashup do DJ Earwom, que se especializou e notabilizou como o DJ Mashupper do You Tube. Ele juntou as 25 músicas mais ouvidas pelo ranking da revista Billboard numa única música!


GUERRA DAS SÉRIES

Quando o SBT passou a exibir Sobrenatural em horário nobre, e a ter respeitáveis resultados de audiência com a série, logo sugiram dois palpites: um morno, de que, contente com os números, Silvio Santos (famoso pela forma esquizofrênica com a qual trata a grade do SBT) consolidaria o horário para séries e, a mais animada, que outros canais não tardariam a seguir o exemplo, algo difícil, levando em conta como as televisões abertas vinham tratando os seriados nos últimos tempos.
(com destaque negativo para a Globo, e sua gafe dos spoilers da 5ª temporada de Lost, mesmo com Lost, 24 Horas e Prison Breake conseguindo uma audiência bem melhor que a do Jô).
Sinais de que a profecia se cumpriria apareceram com o anúncio da Band de que comprara o direito de exibição de séries de peso como Bones, Família Soprano, Band of Brothers e a badalada Modern Family. Enquanto isto, SBT sucede Sobrenatural com Gossip Girl.
A última, e essa uma bomba, vem da Record. Com a péssima audiência da sua Bela, a Feia (que não é tão engraçadamente tosca quanto sua original latina, nem tão divertida quanto a americana Ugly Betty) e os números não tão animadores de A Fazenda 2 (filho com problemas mentais da Casa dos Artistas com BBB), a rede busca reforços em CSI (Las Vegas, a primeira da franquia), a partir de seu primeiro episódio, já em 25 de janeiro de 2008.
Com a péssima qualidade, e audiência, da atual novela das sete, bem que a Globo podia apostar nesta idéia, não? Infelizmente, isto é impossível. Mesmo os poucos ótimos programas que a emissora produz são relegados à alta noite, ou madrugada. Às séries, não é relegado tratamento diferente.
Não é a primeira vez que as televisões abertas dão mais destaque aos enlatados americanos, mas, desta vez, há um fôlego há muito não visto. A Guerra das Séries só está começando, e, desta vez, quando as emissoras se digladiam pela preferência do telespectador, este sairá ganhando.
“O maior de todos os projetos é tomar uma decisão.”

Marquês de Vauvernagues

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

PRIMEIRA CAMPANHA PUBLICITÁRIA DE TODDY – 1958

Vídeo da primeira campanha publicitária de toddy lançada no ano de 1958. O imigrante espanhol Pedro Santiago, que trabalhava nas lavouras de cacau de Porto Rico, criou em 1930 o achocolatado em pó Toddy. Ele desenvolveu um produto com as características de duas bebidas: a escocesa Toddy, à base de mel, creme de leite, gema de ovo e uísque; e a caribenha Rum Toddy, feita com melaço de cana, rum e cacau. O Brasil foi o quarto país do mundo a receber o produto: em 15 de março de 1933 Pedro Santiago recebeu a permissão do governo de Getúlio Vargas para comercializar o Toddy. A lata de aço que acondicionava o achocolatado aparecia nos anúncios da época, que destacavam o apelo à saúde.

FAÇA BIKINI NÃO FAÇA GUERRA

Eu não li, mas um amigo meu leu e disse que é ou são muito(s) bom(ns) o(s) texto(s) onde Jung fala sobre coincidências. Segundo o meu amigo, nada mais é do que a forma que você encara e armazena a informação. Coincidentemente, ele me disse isso em uma semana que eu pesquisava coincidências, induzidas ou não, jungnianamente aceitas ou não.
Então, velho Jung, chupa essa:
Bikini antes de ser uma peça de roupa que fica muito bem nas brasileiras, era o nome de um atol no Pacífico. Elas só entraram no mapa quando o governo americano as transformou em campo de testes para seus artefatos nucleares - como podemos ver no vídeo abaixo, onde o coral é transformado em poeira radioativa:
Tais explosões tiraram a núvem de dúvida que se tinha nos anos 50 sobre a tecnologia das bombas, e ajudaram a desenhar como seria o horror de um conflito global nas feridas dos habitantes das ilhas. Mesmo evacuados com antecedência, a população de parte da Micronésia foi exposta a radiação em níveis elevados e todas as cracas que isso gera. A ilha principal do arquipélogo está inabitável para todo o sempre.
Por isso, a palavra Bikini virou sinônimo de guerra atômica.
Outro sinônimo para a mesma hecatombe que você já pode ter escutado por ai é DEFCON, sigla para Defense Readiness Condition. Como o nome quase diz, o termo é uma graduação do quão as defesas norte-americanas estão ameaçadas, e se estamos perto de uma Terceira Guerra Mundial.
O termo conta com um apêndice numérico que denota o grau de alerta. A contagem começa em DEFCON 5, usado em periodos de paz, e vai até o DEFCON 1, que jamais foi acionado.
O nível mais punk já assinalado foi DEFCON 2, durante a crise dos mísseis de Cuba. Até onde sei, o nível é decidido a acionado na Sala de Guerra do Pentágono, aquele puxadinho com computadores e mapas que sempre vemos em filmes de guerra (pausa para rir com Dr. Fantástico).
Inspirado no sistema americano, os britânicos também criaram seu alerta com códigos de Guerra. Não longe do conflito e perto da Russia, as forças armadas da raínha estabeleceram um sistema de graduação semelhante ao DEFCON, só que com 5 níveis coloridos. São eles, em ordem crescente de alerta: branco, preto, preto especial, ambar e vermelho.
Tinham tudo, cores, painéis e armas, só careciam de um nome. Então, em 1970 resolvem fazer um sorteio entre todos os substantivos da língua inglesa para escolher o nome do sistema. E o computador sorteou, entre os milhares de termos do dicionário, a palavra Bikini.
Resumidamente, o caminho da coincidência seria assim:
- Testes nucleares em Bikini nos anos 50.
- A palavra Bikini vira nome de uma roupa de banho, por ser explosivo e chocante.
- A palavra deixa de ser um nome próprio e vira substantivo.
- A palavra é sorteada para designar o estado de Guerra nuclear.
Apenas acaso e estatística, mas bom de contar.
“Se tivéssemos na juventude a sabedoria da velhice, não teríamos cometido os erros maravilhosos do passado.”
Alberto Tames

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

PARA JIU


A MELHOR HORA PARA O SEU CORPO

A escritora científica Jennifer Ackerman lançou nos Estados Unidos o livro Sex Sleep Eat Drink Dream (Sexo Dormir Comer Beber Sonhar), sobre a cronologia, que é a agenda do corpo humano, como o nosso corpo se comporta durante o dia.
Estudos nessa área mostram que se o corpo dependesse apenas da carga genética, o ciclo de fome e sono seria de 25 horas. Ou seja, os dias são curtos para o corpo fazer tudo que necessita, por isso estamos sempre atrasados ou com pressa, culpa desses dias de 24 horas.
Pela manhã, o nariz escorre mais, a pressão arterial é maior, os ataques cardíacos são mais freqüentes, a coagulação sanguínea é maior e o nível de testosterona nos homens atinge seu ápice às 8:00. Os jovens adultos se distraem mais facilmente, enquanto os adultos mais velhos estão mais concentrados. A manhã é mais propícia a exercícios físicos que exijam equilíbrio e equidade.
À tarde a qualidade do sêmen é melhor, a produção de espermatozóides é 35 milhões de vezes maior, a sensibilidade à dor nos dentes é menor e a temperatura do corpo atinge o seu ápice. Os jovens adultos se concentram mais, enquanto os adultos mais velhos são mais vulneráveis á distração.
No horário do happy-hour a cervejinha é bem vinda, o fígado é mais eficiente na desintoxicação do organismo entre 17 e 18 horas. A percepção da exaustão é menor, as juntas estão mais flexíveis e as vias aéreas mais abertas, é possível ter um ganho muscular até 20% maior do que de manhã para a prática de exercícios físicos.
De noite a resposta da pele à alergia é maior, e de madrugada as crises de asmas são mais fortes, porque as passagens bronquiais diminuem em 8% os seus diâmetros.
Crianças e idosos tendem a ser matutinos. Cerca de 10% a 12% da população são matutinos; 8% a 10% são vespertinos. A maioria, 80%, está numa situação intermediária e seu corpo reage como comentamos acima.
Já vimos nesse blog que você deve conhecer o seu corpo, agora vemos também que é preciso conhecê-lo para agendá-lo da melhor maneira possível.
Como deve ser o seu dia:
Acorde, assoe o nariz, relaxe, não se estresse para não aumentar mais ainda a sua pressão. Almoce, se quiser ter um filho, a hora é agora, depois vá ao dentista, pratique esportes e beba uma cervejinha (prática saudável o esporte e a cerveja, já vista aqui no blog). Antes de dormir, não esqueça do repelente para evitar a chegada de seres nocivos à pele (esses seres são notívagos, experiência própria) e mantenha o local arejado para ajudar na circulação, já que as passagens bronquiais serão menores.
Pronto, a agenda do seu corpo está feita.
"A honra perdida e reconquistada, não há bem nenhum na terra que se lhe iguale."
Miguel de Cervantes

domingo, 24 de janeiro de 2010

O PRECIOSO (E IGNORADO) MOMENTO DO “OI, PRAZER…”

A maioria das pessoas passa despercebida pelo momento da apresentação. Quando aproximamos dois desconhecidos, falamos o nome, às vezes a profissão, às vezes de onde o conhecemos, e só. Para quem é apresentado, a referência inicial do outro, assim, reside quase totalmente em seus preconceitos e impressões iniciais, que se tornam a base para o desenvolvimento da relação.
Não é sem razão que colecionamos tantas relações sem sal, de onde não sai quase nada… Isso não se deve à ausência de possibilidades nos outros, mas ao modo restrito com que nos conectamos.
Somos cegos para um processo que sempre ocorre em todos as apresentações: o outro nasce em nosso mundo e nós pisamos numa terra até então desconhecida, surgimos num novo universo. Às vezes com novas identidades (numa empresa, por exemplo), às vezes com novas qualidades – diante de uma namorada generosa que nos estimula a crescer.

SURPRESA!

“Nenhum de nós sabe de onde veio. Portanto não há nada que nos obrigue a limitar nossas metas.”
Nasrudim

domingo, 17 de janeiro de 2010

TEXTÍCULO

Às vezes, do nada, paro pra pensar em qual ponto da minha vida eu estou. Mas negligente que sou, tento me avaliar em um período de no máximo 365 dias, pros menos informados, o equivalente a um ano. Ontem, durante uma cagada que analisava as vertentes da minha vida de merda (hat-trick – a escatologia do Ronald Rios, a vertente do Felipe Neto e a piada out-of-time do Antônio Tabet) lembrei que nessa mesma época do ano anterior traçava planos para o ano próximo (no caso, esse que estamos agora) com minha ex-namorada.
Entre um suspiro e outro (de alívio, que fique claro, afinal estava defecando), lembrei-me que um dos meus primeiros planos era casar. Sabendo da dificuldade de dois recém-formados, queríamos uma cerimônia simples, aqui na praia de água suja, porém morna, do norte do Espírito, para família e alguns amigos íntimos. Aquela cerimônia idealizada por 75% das meninas mineiras que encontram um caiçara e querem casar descalças, mas se esquecem que a cerimônia na praia é alvo de muitas intempéries, e o vento é apenas uma delas.
Subseqüente a idéia do casamento, planejava construir uma casa. Dois pombinhos morando com os sogros não rola. Teríamos que ter nosso canto e a idéia ia se tornando mais viável à medida que analisamos as facilidades que teríamos. Como sou engenheiro civil, partes dos custos seriam supridos por mão-de-obra própria e já possuía o terreno para construir. Assim sendo, poderia investir mais do meu suado dinheiro em luxo e em uma mesa de sinuca sala. Só pra você ter idéia, no projeto que dei início a casa seria meio que um loft, aquelas casas abertonas onde só teria a divisão dos quartos, que no caso seriam três, o do casal, o da filha da ex-namorada e o de visitas.
E por último, mas não menos importante, tinha a idéia de trocar de carro. Já que boa parte do meu orçamento seria carcomida pela construção do lar e despesas das bodas, delineei apenas uma atualização no meu velho gol 1.0 porque não poderia me dar o luxo de ter um veículo para trabalho distinto do meu veículo de passeio.
Depois de todo devaneio, terminei o ato que havia começado (defecar, lembram?) fiz todo o ritual que a Secretaria de Saúde e o Pr. Jajá recomendam e fui deitar. Durante aquele período pré-sono resolvi fazer o balanço da minha vida atual em contraste com os planos que eu havia feito. E a analise foi a seguinte:
Não dei um update no meu gol. Comprei outro carro. Hoje tenho um carro absurdamente melhor. Tudo bem que não é nenhuma BMW, mas não é um carro que você sugere que eu uso a trabalho. Tirando que não tem vômito de criança, nem arranhão de chave, nem fedor de leite derramado. Ponto para mim.
Possível situação do meu carro após uma briga qualquer.
Não construí uma casa. Moro com meus pais e não tenho gastos como faxineira, alimentação, luz, telefone, TV a cabo, internet entre outros. Em contrapartida não tenho a liberdade de promover noites de sexo com gêmeas suecas e regadas a Absolut, mas se analisarmos bem, pagar esporadicamente um hotel/motel sai muito mais barato e eu não tenho que arrumar nada no dia seguinte. Sem contar que não tem parede riscada, brinquedos espalhados pela casa nem tenho que deixar de assistir ESPN pra ver Discovery Kids. Ah, tenho minha mesa de bilhar e minhas fichas de pôquer. Dois pontos pra mim.
Não casei, mas comprei um Playstation 3 e uma TV de LCD. Infinitos pontos pra mim.
Pensando bem os suspiros que dei logo acima foi de alívio, mas não por estar defecando.

PARA JIU

"Às vezes te odeio por quase um segundo
Depois te amo mais
Teus pêlos, teu gosto, teu rosto, tudo
Que não me deixa em paz"

Quase um segundo, por Herbert Vianna. Veja e escute aqui.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

"TUBARÃO" EM 60 SEGUNDOS

Uma paródia em animação do filme Tubarão, de Steven Spielberg, em 60 segundos. Muito bom!

HERÓIS DERROTADOS

Heroes explodiu na sua estreia, muitas pessoas repetiram mundo afora o bordão “Save the Cheerleader Save the World” e todos esperavam muito, mas muito mais desta série. A produção foi a mais aguardada no ano de 2007. Heroes é uma aventura que gira em torno de pessoas comuns de diferentes partes do mundo que se descobrem portadores de habilidades extraordinárias.
Os poderes se manifestam nos “heróis” depois de um eclipse total. Um professor de genética, que investiga o desaparecimento do pai, descobre uma teoria secreta que lhe revela a existência de pessoas com poderes especiais vivendo entre nós. Como em toda produção, o bem e o mal disputam espaço, um planeja dominar o mundo enquanto o outro tenta a todo custo salvá-lo.
Sylar é o principal vilão, perverso e com sangue frio, mata outros portadores de habilidades para se apossar dos poderes. Contra ele existe uma turma de mocinhos. Hiro é um simples funcionário de escritório no Japão, até que descobriu que pode controlar o tempo. Parker exerce a carreira de policial, mas passa por um momento turbulento em sua vida e é então que começa a ouvir o pensamento das pessoas ao seu redor. Peter e Nathan são irmãos, o último é um congressista que tem a habilidade de voar, já Peter absorve os poderes daqueles que encontra, sem tirá-los de seus donos, é capaz de voar, ouvir pensamentos, controlar o tempo, etc. Claire tem a capacidade de se regenerar, Micah é um garoto que manipula tecnologia e a lista continua. Esses personagens estão um passo à frente na evolução da humanidade e seus destinos já foram traçados. O objetivo da série é desvendar os mistérios e segredos dos heróis a cada episódio, mas a audiência atual da quarta temporada indica que não tiveram sucesso.
Recentemente Heroes entrou para a lista das piores séries da década. Não bastasse entrar na lista, ficou com o primeiro lugar. Séries que geram muitas expectativas tendem a decepcionar. Confesso que sou uma das decepcionadas, parei na terceira temporada e não consigo assistir mais, sempre coloco outra série na frente.
São inúmeros personagens, que geram inúmeras tramas e mistérios. Essa soma tem como resultado a confusão. As histórias já não fazem sentido e os pobres personagens estão perdidos. Uma produção que estreou para mais de 15 milhões de pessoas nos Estados Unidos, hoje não é vista por seis milhões de telespectadores. Tamanha baixa na audiência provocou burburinhos de cancelamento. Boatos dizem que o canal que veicula a atração já conversou com os produtores da série, para que eles preparem a finalização da série para maio de 2010.
“O homem não teria alcançado o possível se, repetidas vezes, não tivesse tentado o impossível.”
Max Weber

domingo, 10 de janeiro de 2010

GATO NINJA

Acabou-se a paz.



Ela tá de xico

MIRA CERTA


Você vai viajar e é desrespeitado pelas companhias aéreas. Você vai a uma loja, compra uma coisa e te entregam outra. Você não aguenta mais perder tempo reclamando de sua operadora de telefonia celular. Você não suporta ser enganado por políticos nos quais votou um dia...
O que há de comum nessas situações? Muito e quase nada...
Reclamar seus direitos é um pressuposto básico da cidadania. Está na base do direito. Funciona quase como um regulador da convivência humana.
O problema é como e de quem reclamar. Há gente que se esgoela, mas consegue apenas ficar rouco, quiçá louco.
Há gente que corre direto para a justiça, mas há ações que além de caras, podem durar anos.
Como reclamar?
Há questões que são reguladas pelo poder público. Por causa disso foram criadas agências reguladoras, que visam o necessário equilíbrio entre o interesse público e o lucro privado.
Depois do que ficou conhecido como processo privatista, uma enxurrada de siglas invadiu o vocabulário do brasileiro: Aneel, Anatel, Anac...
Você sabe para que elas servem?
Pouco antes de privatizar algumas áreas essenciais para o cidadão, os governos elevaram as tarifas a um patamar vergonhoso, além de conceder aos empresários compradores créditos generosos e a juros de pai para filho...
Você conhece essa história? Pois é, trate de descobrir, pois você pode estar jogando pedras no muro errado.
O problema é telefonia? Comece pela Anatel. De energia? Entupa os telefones da Aneel. Seu vôo foi cancelado? Reclame com a Anac.
Afinal, estas siglas são mantidas por nosso dinheiro e têm de cumprir sua função. O resto? O resto pode até ser legítimo, mas poderá ser ineficaz. E para um povo que paga uma das maiores cargas tributárias do planeta e de sua história, nada mais justo do que começar a cobrar eficiência de seus governantes. Lembre-se: a maioria dos políticos se elege graças ao dinheiro doado por empresas que eles deveriam fiscalizar em nosso benefício...
Alexandre Pelegi
“A sorte favorece a mente bem preparada.”
Louis Pasteur

sábado, 9 de janeiro de 2010

CINEMA BRASILEIRO


O filme "Lula, o filho do Brasil", sendo uma história real (apesar de estar na ficção), o que se conclui é que o operário Luiz Inácio vai caindo por acaso nas coisas. E o que o forjou na caminhada para os dias atuais foi o fato de ser, sobretudo, um comunicador. Conhecendo a fundo os operários do chão de fábrica, ele soube exatamente como se comunicar, diferentemente dos sindicalistas de então. Repetida e ampliada a fórmula, é hoje o mestre da comunicação, cativando quem quer que seja. Basta conhecer um pouco do público para o qual vai falar, que adula em cheio o ouvido do expectador. O filme mostra que Lula não tinha ideias a defender, nem queria defender nada, caiu de paraquedas na política. Aliás, como mostra o filme, ao invés de debater no sindicato ele preferia assistir a novelas. Daí porque o nome do filme é mais do que adequado : é um homem gerado pelas circunstâncias, fruto das desigualdades, filho de um país com imensas diferenças. E é uma virtude, num país com tantas classes, que alguém conseguisse falar e ser ouvido por todos. Eis o grande mérito de Lula. No filme, isso fica claro quando Lula, diante dos operários revoltados, diz que não se pode brigar com os patrões, "porque são eles que pagam os salários". Lula é, assim, um transigente; incrivelmente capaz de fazer acordos. Quanto ao melodrama, que faria (e faz) as pessoas chorarem, é fato que ele existe (pois realmente sua vida tem seus dramas), mas poderia ser mais carregado nas tintas, fato que revela louvável pudor do cineasta. A mensagem final é de que é possível, " - teime que dá certo". Não parece que vai ajudar em nada sua candidata à presidência, exceto pelo fato de que um santo homem irá apoiá-la. Santo, sim, porque sua figura, de mítica, vai passando a ser santificada. Outro não é o significado da cena dele carregado pelo povo, assim como são os santos nas procissões.
Migalhas 2.300

BEBÊ HARDCORE

THIS YEAR I WILL…

Bacana o site http://moninavelarde.com/newyears/
Ao clicar lá aparece uma frase com algo que você deve fazer em 2010.
A minha mensagem foi DO IT! E a sua?

formspring.me

Ask me anything http://formspring.me/vivianeteobaldo

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

EM MUITOS CARNAVAIS

O ano não começa só depois do Carnaval. Começou pra valer HOJE. 
E até o Carnaval mesmo, no início de março, muita coisa boa vai acontecer.
Uma delas é a prévia EM MUITOS CARNAVAIS, primeiro baile de Carnaval de 2010 no Recife.
É uma festa a fantasia com shows de Almir Rouche, D'Breck, João do Morro, Gerlane Lops, DJ Caverna e ainda André Rio, Marron Brasileiro, Nena Queiroga, Ed Carlos, Gustavo Travassos, enfim, toda a alma do Carnaval pernambucano num mesmo lugar: o Haras Boa Viagem, dia 15 de janeiro.
Pois é, tá em cima. Portanto, corra para aproveitar a pechincha da mesa, que sai por R$ 250 + uma garrafa de Johnnie Red para quatro criaturas. PRA COMEÇAR BEM O REINADO DE MOMO, NÉ, NÃO?



E a agência ConexãoPE, organizadora do evento, vai sortear pares de convites entre os twitteros que retwittarem a mensagem: "Concorra a 2 convites seguindo @conexaope e RT a msg: Baile EM MUITOS CARNAVAIS, dia 15/01 no Haras Boa Viagem: EU VOU! #muitoscarnavais". O sorteio acontece no dia 13 e será retransmitido via Youtube no Twitter e no Perdigueiro também. 

É ou não é bom demais? ;-)

EM 2010... CANTE DO SEU JEITO!

“Não chore ainda não que eu tenho um violão e nós vamos cantar felicidade aqui...”.
Chico Buarque

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

QUE EM 2010...


POP-UP DESBLOQUEADO

Onde é que eu estava mesmo?
Quanto tempo uma pessoa demora para se recuperar de um alarme, ou de uma janela de Internet que pula na frente dela? Até que ponto uma janela de pop-up atrapalha? Dois cientistas da Universidade de Cardiff, Helen Hodgetts e Dylan Jones, organizaram vários testes para medir.
Eles deram uma tarefa simples, para ser cumprida em sete passos, para centenas de pessoas. Cada pessoa usava o computador para cumprir a tarefa. Uma parte dessas pessoas cumpriu toda a tarefa, ou todos os sete passos, sem interrupção. E uma parte cumpriu a tarefa com uma interrupção aqui e ali — um alarme visual, ou um pop-up. Cada interrupção durava 5 segundos.
Resultado: quem pôde trabalhar sem interrupções cumpria a tarefa em 10 minutos, mas quem foi interrompido duas vezes cumpria a tarefa em 11 minutos, mais ou menos; ou seja, gastava 50 segundos extras, além da interrupção de 10 segundos, e isso para retomar uma tarefa simples. Helen diz que, logo depois da interrupção, a pessoa precisa achar de novo dois conjuntos importantes de informações: Em que ponto eu estava? O que eu pretendia fazer mesmo a partir desse ponto?
Plano Editorial
“Os anos ensinam muitas coisas que os dias jamais chegam a conhecer”
Ralph Waldo Emerson

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

QUE EM 2010...


HAPPY XMAS

Ao som desta linda canção de John Lennon, desejo para TOOOOOOOODO MUNDO boas, lindas e felizes festas!

So this is Xmas
And what have you done
Another year over
And a new one just begun
And so this is Xmas
I hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young

A very Merry Xmas
And a happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear

And so this is Xmas
For weak and for strong
For rich and the poor ones
The world is so wrong
And so happy Xmas
For black and for white
For yellow and red ones
Let's stop all the fight

A very Merry Xmas
And a happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear

And so this is Xmas
And what have we done
Another year over
A new one just begun
And so happy Xmas
We hope you have fun
The near and the dear one
The old and the young

A very Merry Xmas
And a happy New Year
Let's hope it's a good one
Without any fear
War is over, if you want it
War is over now
John Lennon

Deleite-se com a canção aqui.
“Todo dia é um bom dia.”
Yun-Men

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

TEM EXPLICAÇÃO PRA ESSA DERROTA, BRUNO?




Bobagento
"Nem Deus pode mudar o passado".

Agathon

DIA DESLIGADO


NESTE REVEILLON...

Coisas que são difíceis de dizer quando estamos bêbados:
1. Astúcia
2. Preliminar
3. Proliferação
4. Coloração

Coisas que são muito difíceis de dizer quando estamos bêbados:
1. Especificidade
2. Anticonstitucionalismo
3. Transtorno agressivo-passivo
4. Transubstanciar

Coisas que são absolutamente impossível dizer quando estamos bêbados:
1. Obrigado, mas eu não quero fazer sexo.
2. Tequila? De jeito nenhum!
3. Desculpa, mas você não faz o meu tipo.
4. Dogão? Não obrigado, não estou com fome.
5. Bafômetro? Claro, policial, passe ele pra cá!
6. Oh, não, de jeito nenhum. Ninguém quer me ouvir cantar no karaoke.
7. Fique tranquilo, eu não quero brigar com você.
8. Obrigado, mas não vou tentar dançar, não tenho nenhuma coordenação.
9. Onde fica o banheiro mais próximo? Eu não vou mijar neste poste.
10. Chega, vou para casa agora, tenho que trabalhar de manhã.

“O que você tiver de fazer, faça-o depressa.”
João 13,27

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

DIFERENÇA BÁSICA ENTRE DVD E BLU-RAY


A DESPEDIDA

A vida é uma grande despedida, adiável mas sem remédio; fato intrínseco à existência: o início de algo é sempre o começo do fim. Por isso, quanto mais se vive, mais se morre. Deste grilhão, não há fuga eficaz, mas todos correm atrás: viver a mil por hora, cinqüenta anos em cinco. Mas o problema não está em como se morre, e sim no jeito que se vive. O “adeus” só é penoso quando deixa algo para trás.
Nesta crônica, coluna ou qualquercoisameexpresse, o personagem é narrador e tem nome. Em boa parte dos últimos sábados, vocês têm lido e, agora, esse cara precisa ser explícito, sem máscara, sem possibilidades. Resta-lhe o real. O nome dele é Marcel – para vocês Marcel Albuquerque. Vulgo “eu”, para mim mesmo. Escrevo assim, sobre minha vida tão escancaradamente, porque é um assunto que transborda minhas sinapses nervosas, conversas e sonhos. Portanto, sinto a necessidade de compartilhar.
Minha vida, em especial, foi marcada por lágrimas em desencontros. Morei em quatro cidades até parar onde moro hoje, São Gonçalo, aqui no Rio de Janeiro – e você deve ter pensado aí “Mora maaal”…pois é! Acontece que cada vez q’eu mudava de residência havia um aborto do passado. Meus pais, por não serem capazes de lidar com forças contrárias às suas vontades, por administrarem muito mal as finanças domésticas, sempre arruinavam meus círculos sociais. Por isso, me acostumei a viver na iminência de cessar meus relacionamentos; Por conseguinte, acabei desenvolvendo uma característica peculiar e de destaque: não esqueço de quase nada, por dividir os fatos em locais que passei, colégios que estudei e, acima disso, por agregar valor demais a cada uma das minhas ações e pessoas que convivi. Conseqüência irrefutável: me preocupo demais com os resultados – o que me tornou calculista, mas não menos afetuoso. Daí, nenhuma das minhas ex-namoradas deixou de ouvir um “Eu te amo”, porque eu sempre pensei que, sabe-se lá, no dia seguinte eu poderia desamar – ou pior, poderia morrer…afinal, nunca se sabe.
Sobre amores, aprendi uma coisa em particular – resposta q’eu daria no Orkut, se fizesse sentido preencher aqueles campos todos: amor nenhum acaba. Você muda a forma de administrar, você guarda em outro canto do peito – às vezes, escondido. Mas ele fica lá. É como se o coração fosse um papel que ganhasse assinaturas ao longo da vida; Umas, recentes, ainda mancham. Outras, muito fortes, afundam o papel. Como se vê, independente da fôrma, do tamanho e se é escrita por linhas tortas, permanece lá. Trata-se d’uma oposição – um adendo, talvez – a uma alegoria famosíssima de Heráclito. Diz ele que um homem jamais entra no mesmo rio duas vezes, visto que nem o homem nem o rio permanecem iguais, pois existe um constante e ininterrupto processo de mudança. De forma alguma afirmo que estamos prontos e sequer indico que cada indivíduo tem uma essência, pois somos efeitos das interações que nos envolvemos, mas algo é fato: algumas coisas são carregadas conosco e não há nada que possa tirá-las d’a gente.
Há coisas que supomos saber, mas só sabemos de verdade quando experimentamos. Esse ano, não sei se lembram, fui à Paraíba. Viagem da faculdade, fomos de ônibus daqui até lá. Sempre soube da desigualdade no nosso país, sempre percebi a concentração de renda, mas não lembro de algo tão grotesco quanto saber que pessoas moram na rua e existirem tantos latifúndios – a maioria, sem produção. Algumas horas atrás, fiz minha provável última avaliação formal de Matemática na vida. Não que eu seja lá apegado a ela, mas o sentimento de morrer é inquietante.
Muito pior que isso, foi constatar a falta que uma pessoa faz, quando não há mais forma de revê-la. Nessa semana que passou, dia dezoito, completou um ano que meu pai morreu. Coincidência infeliz, aquele que não era meu pai biológico e q’eu chamava, mais do que de “pai de criação”, pai de coração – pois “pai” não é aquele que faz, nem o que cria, mas aquele que identificamos como tal – morreu de infarto. É verdade que já não nos dávamos tão bem quanto quando eu era criança, pois era muito mais fácil. Eu era praticamente um boneco loiro agarrado no pescoço dele. Mas, por um confronto que me entristece, seu conservadorismo na política, na religião e no pensamento social em geral foi criando barreiras na nossa relação. O que nunca implicou eu deixar de admirar o quanto ele se esforçava por mim e o talento que tinha com tudo que não pensava – animais, máquinas e bebês.
Não há mais alguém pra discutir comigo se o começo do século foi em 2000 ou 2001, vir contar uma das histórias de quando era amigo dos Golden Boys, da época de seminarista, de uma ex-namorada ‘macumbeira’. Alguém para fazer alguma piada idosa, q’eu já tinha ouvido mil vezes, mas sempre ria. Ou, então, alguma confidência do Brizola – q’ele foi segurança – ou da Benedita, que freqüentava minha casa quando eu era moleque, pra comprar calcinha com minha mãe. O meu Papai Noel, de cabelos brancos e barba grande morreu. Mas, sem dúvida, não deixou de existir; Estou namorando e dói só de imaginar perdê-la. Contudo, que ela e meus ex-amores compreendam, nada se compara à dor da morte do meu pai, porque, ainda que ele tenha vivido sem mim, eu não sabia o que era a vida sem ele.
Fardo e infortúnio meu, neste caso: sou ateu. Conclusão lógica: não acredito que eu possa falar com meu pai num centro espírita, que deva rezar por sua alma ou que agora ele esteja melhor. Acredito – apesar de não ter certeza – que ele agora só reside naquilo que construiu na vida, em pessoas como eu. Paradoxalmente, não acreditar em Deus me traz uma obrigação: viver todas vidas em uma, compactar a eternidade no calendário.
Minha intenção, com este texto, não é tentar ensinar a vocês o que só é discernível ao viver. Mas eu sei que há coisas que li que mexeram comigo. Se é isso exatamente o que busco aqui, nada mais plausível q’eu dizer, mesmo que usando de uma mensagem clichê: lembrem-se de não deterem controle pleno de suas próprias vidas e que, por isso, vocês precisam construí-la tijolo por tijolo, pois o ‘amanhã’ vem depois do ‘hoje’.
Vislumbro apenas que vocês vivam a mudança, mas saibam valorizar o que lhes é inseparável, por ser parte daquilo que você também chama de “eu”. Nossa casa nunca deixa de ser nossa, mesmo após a mudança. Porque o valor verdadeiro não está na propriedade, mas no lugar do espelho: na auto-imagem. Termino este texto sem fim, porque o sentimento é indizível e porque não me despeço de vocês… Semana que vem, estou de volta. Se possível, um cadin mais presente.
Até!
“Se os frutos produzidos pela terra ainda não são tão doces e polpudos quanto as peras da tua ilusão, amarra o teu arado a uma estrela e os tempos darão safras e safras de sonhos, quilos e quilos de amor”.
Gilberto Gil

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

LEGO, BRILHANTE!

O remix da cena Trinity Help, do filme Matrix, refeita com bonecos da LEGO. O vídeo teve 1 milhão de acessos e é simplesmente BRILHANTE!

A PÓS-MULHER

Esse negócio de dizer minha ex-mulher, ou a ex-mulher do fulano, acabou. Agora se diz minha pós-mulher. A invenção não é minha, muito menos as mulheres. Quem me soprou a inovação foi uma bela mulher de 52 anos, algumas vezes pós e que hoje, pasme!, dá aula para homens sobre o que é uma pós-mulher.
Claro que o surgimento da pós-mulher não elimina as ex-mulheres. Portanto nem todas as ex-mulheres tornam-se, automaticamente, pós-mulheres. Sim, porque tem ex-mulher que nasceu para ser ex-mulher o resto da vida. São aquelas que se dedicam a infernizar a vida do ex, a quem chamam - sempre! - de falecido. Muito embora o falecido seja obrigado a depositar uma grana viva todo mês para que ela se conserve na posição de ex.
Já a pós-mulher descobriu que ser ex a nivela a times de futebol e agências de publicidade. Fulana, ex-DPZ, ex-Salles, ex-W, ex-Julio Ribeiro, ex- Alcântara Machado. Já a pós, pode se orgulhar de ser uma pós-Ricardão.
O ex que a mulher carrega a prende eternamente ao 'falecido'. É como se ela vivesse grudada umbilicalmente a ele. Já a pós, dá a nítida impressão de que já passou pelo sujeito. Que ela avançou na vida, que é, digamos, pós-graduada em homem. Uma pós-mulher entende de homens como ninguém. Uma ex-mulher será definitivamente uma ex, dando a impressão de que ela é quem foi a abandonada.
A ex-mulher leva embora a impressão de ter ficado apenas com as partes ruins do ex. Como se ela não tivesse aproveitado nada da convivência de alguns anos. A pós-mulher sai de cabeça erguida, ciente de ter sugado tudo do antigo amor e estar preparada para outras aventuras e vidas e amores.
A pós-mulher é independente, é claro. Ao contrário da ex que não consegue passar um dia sem imaginar maldades para o coitado.
A pós se orgulha de ser pós. Mesmo que o marido tenha sido um fracasso com ela, ela pode dizer que hoje ela é pós-ele, ou seja, superior, liberta. E, se o cara for legal, mais sentido ainda faz ser pós-dele. Aliás, as grandes pós-mulheres se orgulham de suas condições.
E tem mais: uma pós honesta e esperta é pós apenas uma vez na vida. Torna-se doutora, Ph.D. em homem, senhora de si e orgulho para os filhos.
Vou dar um exemplo de uma pós-mulher. A prefeita de São Paulo. Ela não é ex-mulher do Eduardo. Ela é pós-Eduardo. Cresceu com ele, aprendeu com ele e deve se orgulhar de ser pós-mulher dele. Já a Nicéia é ex-mulher do Pitta. Entendeu a diferença gritante entre uma ex e uma pós? 
E eu, modesto, não tenho nenhuma ex. Tenho duas maravilhosas pós-mulheres.
E você, é ex ou pós?
Não se esqueça que a pós-mulher está acima de qualquer intriga com o antigo marido, costuma resolver problemas para ele e será para sempre não uma ex, mas uma eterna companheira. Uma mulher do pós-futuro.
Mário Prata
"Há nomes que a gente não deve pronunciar sem ter junto de si um copo de água para imediatamente lavar a boca."
Eça de Queiroz

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

A TIM E MINHA TPM


A TIM me paga.
Amanhã vai ter que me explicar direitinho porque me fez abrir uma nova conta em um plano família dentro do plano Infinity pós, com a garantia de que as ligações entre as linhas deste plano seriam gratuitas.
Ontem fiquei sabendo que não. A TIM me paga. Amanhã haverá visitinha a loja da TIM no Shopping Plaza. Com o contrato na mão e em plena TPM, vou abalar bangu.
De lá corro para a primeira loja da Nextel para AÍ SIM falar de graça com o meu amor.
A TIM me pa-ga.
“Chega perto, vem sem medo, chega mais meu coração, vem ouvir este segredo, escondido num choro-canção...”.
Tom Jobim

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

É HOJE


NATAL

Que tal fazer algo diferente, este ano, no Natal? 
Vá uma agência dos Correios e pegue uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres.
São pedidos inacreditáveis! Tem criança que pede um panetone, uma blusa de frio para a avó...
É só pegar uma carta e entregar o presente em uma agência dos Correios até dia 20 de dezembro. Os próprios Correios se encarregam de fazer a entrega.
Pense que, na vida, a gente passa por três fases: 
- a primeira, quando acreditamos no Papai Noel;
- a segunda, quando deixamos de acreditar
- a terceira, quando nos tornamos Papai Noel!!! ;-)
“Enquanto você não souber para que porto quer ir, nenhum vento será o vento certo.”
Sêneca