Eu só queria resolver um cubo mágico antes de morrer.
Viv
Costumo visitar meus blogs favoritos sempre que dá. Tava lá no Acerto de Contas dia desses e achei este vídeo que já tinha vindo do blog do Rodolfo Araújo. Um menino foi ao dentista, e foi filmado pelo próprio pai após a intervenção.
O menino ficou literalmente “viajando”. Pergunta ao pai se aquilo é a vida real, diz que se sente estranho, e pergunta por que aquilo está acontecendo com ele.
O bispo inglês radicado na Argentina Richard Williamson, que afirmou a uma TV sueca duvidar da existência de câmaras de gás nos campos de extermínio nazistas, diz, em entrevista à edição desta semana da revista alemã Der Spiegel, que pode “rever a evidência histórica”. “Se eu achar esta evidência, vou me corrigir. Mas para isso vou precisar de um tempo”, afirmou o bispo. Sua polêmica posição, porém, começa a ser punida na prática. A direção da Fraternidade Sacerdotal Pio X, da qual Williamson faz parte, o retirou da chefia do seminário de La Reja, nas proximidades de Buenos Aires, informa a BBC Brasil. O papa Bento XVI pediu que ele se retrate das declarações, senão irá rever a suspensão de sua excomunhão. Com a entrevista na Spiegel, como o Vaticano vai lidar com o caso?
Juliano Machado
Nós mulheres, muitas vezes, levamos fama de exageradas e nada práticas principalmente no que tange a arrumação das malas. Sempre tem alguém que enche a boca pra dizer que nós levamos mais coisas do que podemos carregar, que temos mais roupas do que precisamos e no final ainda reclamamos que esquecemos algo.
O que vocês homens, não conseguem entender, é que de fato precisamos de mais coisas do que vocês. Isso não é dúvida, é certeza. Ora, se você não é um metrosexual provavelmente não vai levar muitas coisas que nós mulheres consideramos essencial em uma mala.
1. Shampoo e Condicionador não é supérfulo. Entendam isso. Mas pra vocês pode parecer porque quando viajam com a namorada, dificilmente vão levar um shampoo e um condicionador. Quem sabe até levam um 2 em 1 ou em ultimo caso usa o sabonete como shampoo.
2. Nós precisamos de sandálias ou sapatos que combinem com nossas roupas. E isso é dificil conseguir com apenas um sapato universal. Pra vocês é fácil pois levando apenas 1 tênis já é calçado suficiente pra combinar com tudo. E no caso, já viaja usando e não ocupa a mala com ele. No mais leva tambem uma sandália havaiana.
3. Vocês não usam brincos, pulseiras, prisilhas de cabelo. Então não entendem a importância deles.
4. Maquiagem ocupa espaço. Não reclame. Precisamos dela e ponto.
5. Hidratante e filtro solar são importante para ambos. Vocês não acreditam nisso e nem se quer usam.
6. Tudo que vocês precisam pra sair cabe em uma carteira. O que nós precisamos cabem em uma bolsa… mas na maioria das vezes precisamos pôr mais de uma na mala para usar com os diferentes sapatos mencionados no item 2.
7. Ok, chapinha é dispensável. Mas se a viagem incluir algum programa que exija um pouco mais de arrumação ela se torna necessária, afinal, vai salvar a mulher de gastar dinheiro com salão.
8. É básico levar uma roupa extra. Seja blusa, calça, saia ou outra peça qualquer que pode salvar você. Enquanto nós precisamos no minimo de duas peças de roupa, vocês homens podem se dar ao luxo de ficar só de bermuda sem camisa. Até um biquini precisa de duas partes enquanto uma sunga/ short, de uma só.
9. Desodorantes, perfumes, lâmina de barbear, loção pós barba… tudo cabe em uma única necessaire. Já nossos penduricalhos: bijouterias, higiene pessoal, maquiagem e afins dificilmente cabem em uma pequena necessaire.
10. E no final das contas, quando ele esquece algo… pode recorrer a ela pois na maioria das vezes ela lembrou de trazer.
A Cadbury lançou um novo anúncio para seu chocolate Dairy Milk que promete fazer tanto sucesso quanto os anteriores. Duas crianças fazem uma “dança com as sobrancelhas” quando o garoto começa a tocar a música “Don’t stop the rock”, um sucesso da banda Freestyle dos anos 80. A campanha é a sequência de dois premiados anúncios divulgados no ano passado: no primeiro, um gorila tocava bateria e, no outro, caminhões disputavam corrida num aeroporto. O vídeo foi visto 1,3 milhão de vezes.
E quem disse que futebol é coisa só de homem?São Paulo, 17h:
Uma pessoa X abre a janela, mostra a chuva torrencial que desaba e vira-se pra mim:
- Há! Tem que ser muito otário pra ter vindo de moto hoje.
São Paulo, 20h:
O otário vai de moto pra casa. Pode até chegar molhado, mas chega. O X não pára de reclamar. E parece que vai ficar no escritório até o trânsito desenbucetar.
No último dia 24, o Macintosh fez 25 anos.
Aquela não foi a primeira vez em que Steve Jobs virou o mundo de cabeça para baixo e mudou a maneira pela qual nos relacionamos com tecnologia. Também não foi a última.
Jobs está muito doente, os rumores aqui no Vale são de que seu câncer voltou. Se for verdade, câncer de pâncreas, vai ser uma jornada difícil. Muito difícil.
Mas, no último dia 24, houve uma festa informal de aniversário para o Mac. Nenhuma relação com a Apple – apenas os velhos revolucionários. Guy Kawasaki registrou a festa e publica as fotos em seu blog.
Pedro Doria
Todo mundo sabe o que é sexo. Nasce intuindo e em seguida vira PhD, pois basta ligar a tevê ou abrir uma revista e as informações caem no nosso colo com riqueza de detalhes. Masturbação, sexo oral, ponto G, preliminares, orgasmos múltiplos: você pode ser virgem na prática, mas sabe tudo na teoria e vai mandar bem quando chegar sua vez.
A pessoa virgem têm suas dúvidas, claro, e cria algumas fantasias antes da estréia, mas logo descobre que sexo é uma atividade saudável, prazerosa e que fica melhor com o tempo. Não tem muito mistério. O problema é quando se é virgem no coração.
Virgindade emocional não tem a ver com juventude. Você pode ter vida sexual ativa desde os 14 anos e chegar aos 30 sem saber nada sobre o amor.
Pode ter transado com dezenas de pessoas e uma que nunca lhe encostou um dedo abalar você de forma surpreendente. Pode estar casado e com filhos, achando-se o bambambam dos relacionamentos, e ser nocauteado por uma paixão que põe por terra todas as suas certezas. Podemos ser experts em sexualidade, mas passamos a vida engatinhando quando o assunto é amor.
De certa maneira, é uma virgindade que não se extingüe. Mesmo os mais experientes, aqueles que já amaram muitas vezes, até esses podem ser flagrados em uma situação-limite. A primeira vez em que se é deixado. A primeira vez que ficamos fragilizados com a ausência de uma pessoa. A primeira vez que sentimos um ciúme doentio. A primeira vez que ficamos dependentes de uma relação. A primeira vez que alguém fica dependente de nós. A primeira vez que traímos. A primeira vez que somos traídos. Tudo isso é um aprendizado muito mais intenso do que o sexo, e muito mais demorado.
Se isto parece assustador, por outro lado é excitante saber que ainda existe muito terreno a ser explorado, muitas lições para serem aprendidas, muitas posições a serem adotadas diante de um impasse amoroso, posições que nada tem a ver com o Kama Sutra. Não há manual de instruções para o amor, não há reportagem que nos ensine a melhor performance. Emocionalmente, por mais que já tenhamos vivido, seremos sempre um pouco virgens, aguardando a próxima primeira vez.
Martha Medeiros
Adeus Bush velho!
Feliz Obama novo!
Que tudo se realize
Na Era que vai nascer.
Muito dólar no crédito
Emprego pra dar e vender.
Pros obameiros sorte, Senhor,
Nenhuma esperança perdida.
Pros osameiros, paz, por favor,
Guerra jamais, viva a vida...
Patelaria do Nagao
Para combater o pessimismo mundial com a crise, a Coca-Cola decidiu substituir o slogan ´O Lado Coca-Cola da Vida` por ´Open Happiness` (ou ´Abra a Felicidade` na tradução literal para o português). Segundo o Wall Street Journal, a empresa acredita que o novo slogan passa uma mensagem de conforto e otimismo.É atribuída a John Lennon a frase “A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro”. Pode parecer que o genial beatle não apostava na utilidade do planejamento, acreditando que isso lhe roubava tempo e o desviava dos prazeres da vida. Não sei se ele disse a tal frase, nem em qual contexto, mas não importa. Lennon talvez não planejasse sua vida, mas teria tido o sucesso que teve se alguém não pensasse, por exemplo, no aspecto comercial de sua carreira? O que teria acontecido aos rapazes de Liverpool se não tivessem encontrado George Martin em junho de 1962?
Dúvidas assim todos nós carregamos vida afora. Elas integram aquela gama de frases que usamos rotineiramente, iniciadas pela expressão “e se...”. Usamos no futebol (“e se aquela bola tivesse entrado...”), nos relacionamentos (“e se eu tivesse casado...”), na profissão (“e se eu tivesse aceitado aquele emprego...”).
Olhando assim, convenhamos, o mundo fica mais parecido a uma loteria, onde passamos a vida ao sabor das incertezas e “sorte” vale bem mais que “talento”, “perseverança” e “autoconfiança”...
De qualquer forma, e até sem o saber, todos fazemos planos. Podemos não ter método, sequer rascunhar um roteiro mínimo de vida, mas planejamos a partir do momento em que desejamos algo. E se tem coisa que caracteriza a raça humana é justamente isso, o ato de desejar. Passamos a vida a almejar coisas, que vão desde simples objetos até expressivas ambições.
Como a frase de Lennon sugere, prefiro antes prestar atenção ao que se passa lá fora do que despender horas a admirar meu próprio umbigo. Desejar – e até mesmo planejar uma meta de vida – depende de muitos fatores, é certo, o que inclui desde talento, até uma boa dose de sorte (ou seja lá o nome que você usa pra isso). Mas se você, como eu, é daqueles que não conseguem ganhar nem rifa de frango em quermesse, o jeito então é descobrir o que pode fazer melhor. E além disso, prestar atenção ao que acontece com o planeta e com as pessoas que repartem contigo o cenário do espetáculo da vida.
Planejar é bom, mas sem informação é pura perda de tempo. A não ser que você tenha a sorte e o talento de um Lennon.
Alexandre Pelegi
Antes de assistir ao vídeo do professor Carlão, leia isso:
Na 1ª Guerra Mundial, após algum tempo, nossos navios receberam ordens dos ingleses para seguir para o Estreito de Gibraltar.
O Almirante Frontin fora alertado pra tomar cuidado, pois o encouraçado Britânia, designado para acompanhar a flotilha brasileira, tinha sido afundado em rota por um submarino alemão e havia um alerta de presença de submersíveis na área. Desta forma, foi com muita tensão que navegaram, o que pode explicar duas confusões:
. A primeira foi a conhecida 'Batalha das Toninhas', quando um cardume de focas foi confundido com o rastro de um periscópio, fazendo o navio Bahia disparar seus canhões contra as focas;
. A segunda foi a possibilidade de contágio pela Gripe Espanhola, um vírus altamente letal naquela época.
Tô P!
PQP! Esse novo acordo ortográfico dos países lusófonos avacalhou geral.
Primeiro, porque lusófonos já é palavra suficientemente feia, você não concorda?
Vinícius de Morais, eterno defensor da beleza, certamente a desaprovava. Não duvido que ele jamais a tenha pronunciado em suas andanças noctívagas pelos bares do Leme ao Leblon.
Se alguém me chamar de lusófono, ainda que eu o seja, juro que saio no braço. Sinceramente, leitor: você faria acordo com alguma coisa lusófona sem um certo receio de má fama?
– Vi Fulano andando com um lusófono.
– Hum… faz tempo que eu já desconfiava…
Depois – e principalmente –, porque desde a eleição do Lula, com seu absoluto desprezo às letras e irrestrito desdém ao conhecimento, com o tal acordo estou para ver tamanho triunfo das nulidades (ao falar em ver triunfar as nulidades, desta vez quem suspirou no túmulo foi Rui Barbosa… nulidades, lulidades… hã, hã?)
Voltando à orto-catástrofe, pra quê, por exemplo, matar o trema? O prestimoso sinal nos alertava para os casos onde se exigia a pronúncia da letra u, esta, sim, uma pobre coitada não raro vítima do prepotente q, que, quando pode, faz calar sua boca. O u deve ser uma letra muito sofrida. Em determinados casos salvava-lhe o trema, que, dedo em riste, proclamava: “aqui o q não manda coisa nenhuma, é território soberano do u! Exijo que o u seja respeitado como merece! Pronunciem-no, pois!”
O trema era um sujeito firme e de bom caráter. Sem sua ajuda, o leitor terá de se virar sozinho para descobrir quando o u deve ser pronunciado em que/qui/gue/gui (para que o leitor tenha certeza da minha intenção em relação à pronúncia do u, devo informar que escrevi cuê, cuí, gu-ê, gu-í. Lamentável…).
– Mas em nome estrangeiro o trema fica!
– Ah, tá! Ele deve ter adorado continuar na Bündchen da Gisele.
E o que dizer, então, do frio assassinato do acento diferencial? Já vou avisando aos politicamente corretos, sempre tão míopes, que acentos diferenciais não pregam nenhum tipo de discriminação entre quem quer que seja. Ao contrário, ao apontarem as diferenças, trazem à tona as qualidades intrínsecas de cada um e cada coisa, valorizando todos.
Mas veja a leitora ou o leitor que ridícula a frase “O automóvel para para não bater no caminhão”. Vá explicar a um estudante que os dois para são coisas completamente diferentes. Que um é preposição, o outro é verbo.
– O que é verbo, fessô?, perguntaria algum aluno dessas faculdades de fino trato que ultimamente o MEC autorizou pipocaram à farta por aí.
Não bastasse, nossos brilhantes e atarefados tomadores de chá, folgada e eternamente assentados na Academia, atrapalharam-se com as letras e, em lugar de mexerem o traseiro no assento (com ss), resolveram fazê-lo nos acentos (com c) agudo e circunflexo.
No agudo:
– Manhê, lá na escola tava escrito Coreia num cartaz. Será que esqueceram de um r no nome do seu Correia, o bedel?
– Não, filho! Isso deve ser coisa de algum bedel mental…
E o circunflexo, então? Agora, como diferencial, só será mantido no plural dos verbos ter e vir, o que vai deixar muito redator com um certo enjoo descircunflexado.
Bem, também tem o hífen, que, é claro, não poderia faltar. Pois o tal desacordo chatográfico-lusófono (alerto insistentemente ao leitor que evite a companhia da palavra) conseguiu a rara proeza de trocar seis por meia dúzia, substituindo umas regrinhas bobocas por outras, babacas.
Porém o estrago já foi feito.
Esqueceram-se os acadêmicos, e provavelmente nunca se deram conta as nossas autoridades, que o que diferencia a língua portuguesa das outras do mundo ocidental, inclusive as demais latinas, é sua riqueza incomparável, monumental, sua incrível capacidade de ser sutil, bela, harmônica, maleável, e, ao mesmo tempo, duramente exigente com quem não a conhece minimamente, com quem não a trata com o devido zelo.
Pois é. Os tais acadêmicos, daqui e d’além-mar, até conseguiram lá seus quinze minutos de fama, mas só fizeram papel de macaco em loja de cristais. Aposto um vintém como Fernando Pessoa teria torcido o nariz.
A troco de nada e em nome de coisa nenhuma, nós, brasileiros, que no geral mal sabemos escrever, porque na vida escolar não nos foi dado ler com a abundância recomendável, agora seremos obrigados a correr inutilmente o risco de redigir ainda pior.
Editoras deverão reeditar incontáveis títulos; e engana-se quem acredita que terão lucro estrondoso com isso. Toneladas literais de livros estocados em distribuidores e livrarias tornam-se doravante, por decreto, envelhecidos, desatualizados, refugo. Imagina o leitor quanto custa reeditar um dicionário? E que fazer com meu Aurélio, meu Houaiss? Meus Deus! Jogo-os no lixo? Além da vaca, irão também para o brejo, meus dicionários de etimologia, de citações e o de questões vernáculas, do mestre Napoleão Mendes de Almeida?
As redações de jornais, no afã noticioso, verão aumentados seus escorregões ortográficos e pedidos públicos de desculpas nas colunas “erramos”. Vivo fosse, lá iria o simpático e atencioso Eduardo Martins, pacientemente, revisar seu Manual de Redação e Estilo do Estadão, alertando editores e repórteres sobre os novos riscos de escrever.
E dos professores, sobretudo os da rede pública nos ensinos fundamental e médio, exigir-se-á, mais uma vez, esforço incompatível com seus magros rendimentos – e inexistentes investimentos em atualização pedagógica.
A língua é viva e é do povo. Há séculos o idioma escolheu naturalmente um caminho aqui no Brasil, miscigenando-se com as culturas negra e indígena, e deixando-se também influenciar por culturas européias e orientais. Escolheu outro em Portugal, e outros ainda nos demais países que o empregam na África e na Ásia.
Um puto em Angola é um menino pequeno, no Brasil será outras coisas. Não usamos peúgas por aqui, embora não andemos descalços. Portugueses não entram em filas, mas atrás de bichas, ato que, convenhamos, no Brasil leva às mais constrangedoras interpretações. E sabe Deus a quais influências terá sido exposto o português falado em Macau, Goa, Damão e Timor?
E, de resto, que sabemos nós, brasileiros, verdadeiramente sobre São Tomé e Príncipe, Moçambique, Guiné-Bissau e Cabo Verde? Bem, de Cabo Verde temos algum conhecimento da boa música de Cesária Évora. Basicamente, não muito mais que isso!
Os idiomas falados nos tais países lusófonos não são, definitivamente, mesma coisa, mesma pessoa; são mais como irmãos: filhos dos mesmos pais, ainda assim diferentes em suas caras, personalidades e histórias de vida.
“O ser humano é sempre o mesmo, mas em todo lugar ele é sempre diferente”. O que disse Pessoa sobre as gentes vale obrigatoriamente para seus idiomas.
Minha pátria é minha língua. A miscigenação dos povos modifica minha cultura nacional; com isso, os fonemas; com eles, a ortografia. Pessoalmente, advogo que já falamos o idioma brasileiro, mas isso é assunto para outro dedo de prosa.
Eta acordozinho inútil. Só servirá de incômodo cotidiano.
Arrogantemente, sob discutíveis argumentos de aproximação cultural e econômica de povos de idioma comum, os tais dotôres da língua e otoridades da lei – daqui e de lá – usurparam um poder que é dos povos (pois aqui não deveria valer a representatividade), e não fizeram bem algum à língua portuguesa, apenas deixaram-na com mais um pequeno ferimento.
À última flor do Lácio, indefesa, arrancou-se uma pétala. Mal-te-quer.
O estudo publicado pela IBM 'Next Five in Five' é baseado em tendências sociais e de mercado que devem transformar as vidas das pessoas.
Na atual edição, a companhia aponta maior uso da energia solar, uma "bola de cristal" médica, assistentes virtuais de compra. Essas são algumas das tecnologias que devem se tornar comuns nos próximos cinco anos.
Vale ressaltar que boa parte das tecnologias é pesquisada diretamente pela IBM em seus laboratórios. Ou seja: essa lista pode ter mais a ver com tecnologias que a empresa gostaria que se tornassem padrão nos próximos anos, do que com as inovações que, de fato, farão parte do cotidiano das pessoas. Veja a lista com as previsões abaixo.
1. Energia Solar
Graças a um novo tipo de filme, painéis capazes de transformar raios solares em energia elétrica estarão presentes nas calçadas, muros, garagens, janelas e telhados. Esses filmes terão um custo reduzido e serão finos o suficientes para serem aplicados em qualquer superfície. "Até agora, os materiais usados para produzir painéis solares eram muito caros", disse a IBM. "Essas novas células solares podem ser 'impressas' e aplicadas em qualquer lugar."
2. Bola de cristal para a saúde
As pessoas terão uma espécie de "bola de cristal", que irá monitorar a saúde de seus donos. Essas bolas, na verdade, serão análises de DNA que podem indicar riscos de saúde e o potencial surgimento de doenças genéticas e/ou hereditárias. Segundo a IBM, essas análises custarão cerca de 200 dólares e devem ser acessíveis a uma boa parte da população. A parte boa é que as análises também revelarão sobre as doenças que estamos livres, permitindo que as pessoas, por exemplo, comam carne vermelha sem culpa.
3. Internet "falante"
Em vez de você digitar uma palavra no Google, você vai conversar com o Google (algo semelhante já está disponível para os usuários do iPhone). "Logo usaremos apenas a voz para surfar pela web", disse a companhia. A tecnologia será muito útil para pessoas com deficiências de visão ou de movimentos e também pode ser muito empregada em países como a Índia, onde há uma ênfase maior no idioma oral. Além de pesquisar na web, a IBM imagina que será possível responder e-mails e enviar mensagens instantâneas.
4. Assistente de compras digital
Em vez de perguntar para a namorada (ou namorado) se a calça nova vestiu bem e com qual outra roupa ela combina, as pessoas terão a ajuda de assistentes virtuais. Eles recomendarão acessórios e outras peças, como camisas ou camiseta, que poderão ser escolhidos em um menu. Os vendedores serão notificadas instantaneamente e trarão as peças escolhidas.
5. Lembretes automáticos
Esquecer de comprar o pão antes de chegar em casa vai ser coisa do passado. Segundo a IBM, uma tecnologia vai gravar e analisar suas conversas e depois o lembrará das tarefas automaticamente, graças ao GPS dos telefones celulares e câmeras e microfones que estarão espalhados por todos os lugares. Por exemplo, durante uma consulta, o médico recomenda que você não beba álcool por um mês. Ao entrar em um bar, o celular vai disparar mensagens avisando que você contrariou a recomendação médica. Divertido, não?
Computerworld