quinta-feira, 30 de setembro de 2010

REVOLUCIONANDO O MERCADO

GordoNet
"Quando fazemos tudo para que nos amem e não conseguimos, resta-nos um último recurso: não fazer mais nada. Por isso, digo, quando não obtivermos o amor, o afeto ou a ternura que havíamos solicitado, melhor será desistirmos e procurar mais adiante os sentimentos que nos negaram. Não fazer esforços inúteis, pois o amor nasce, ou não, espontaneamente, mas nunca por força de imposição. Às vezes, é inútil esforçar-se demais, nada se consegue; outras vezes, nada damos e o amor se rende aos nossos pés. Os sentimentos são sempre uma surpresa. Nunca foram uma caridade mendigada, uma compaixão ou um favor concedido. Quase sempre amamos a quem nos ama mal, e desprezamos quem melhor nos quer. Assim, repito, quando tivermos feito tudo para conseguir um amor, e falhado, resta-nos um só caminho... O de mais nada fazer".
Clarice Lispector - enviado por Elon, obrigada!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

JÁ FIZ MUITO ISSO...


Judson Maria

A VIDA NUNCA FOI TÃO BOA

Virou moda entre ambientalistas de hoje pintar um quadro sombrio de nosso futuro. Embora existam muitas questões ambientais por resolver, muitas espécies ameaçadas, mais poluição do que a maioria de nós gostaria e gente demais passando fome todos os dias, não vamos esquecer de como chegamos longe, tendo começado 10 mil anos atrás.
Naquele tempo, todas as pessoas viviam como caçadoras-coletoras em relativa pobreza comparada com hoje. O quanto elas eram pobres? Se alguém entrar hoje numa aldeia ianomâmi no Brasil - uma boa analogia de como viviam nossos ancestrais - e contar as ferramentas de pedra, cestos, pontas de flecha, arcos, redes de dormir, vasos de cerâmica, outras ferramentas diversas, vários produtos medicinais, bichos de estimação, produtos alimentícios, artigos de vestuário, etc., não contaria mais de 300 artigos. Há 10 mil anos, essa era a riqueza material aproximada de cada aldeia do planeta.
Em contraste, se entrar na aldeia de Manhattan hoje e contar todos os produtos diferentes disponíveis em lojas de varejo e restaurantes, lojas de fábrica e superlojas, terminaria com um número estimado de cerca de 10 bilhões (com base na conta pelo sistema de código de barra UPC). Antropólogos econômicos estimam que a renda anual média de caçadores-coletores tenha sido de cerca de US$ 100 por pessoa e a renda anual média por pessoa em grandes cidades esteja em torno de US$ 40 mil.
Se já houve um grande salto à frente, essa é uma evidência. Eric Beinhocker em seu livro, The Origin of Wealth (A origem da riqueza) estimou que a renda anual de US$ 100 por pessoa só cresceu a cerca de US$ 150 por pessoa até 1000 a. C. e não excedeu a US$ 200 por pessoa até depois de 1750 e o começo da Revolução Industrial. Hoje, a média é US$ 6.600 por pessoa por ano para o mundo inteiro. Claro, a magnitude da riqueza é muito maior para as pessoas mais ricas nos países mais ricos.
Como mostra Gregg Easterbrook em The Progress Paradox (O paradoxo do progresso), nos últimos 50 anos, os padrões de vida aumentaram dramaticamente. O Produto Interno Bruto per capita em 1950, computado em dólares de 1996, era de apenas US$ 11.087, ante US$ 34.365 em 2000.
E mais pessoas estão subindo na hierarquia econômica. Em 2000, um quarto dos americanos ganhava pelo menos US$ 75 mil por ano, o que os situava na classe média alta, em comparação com 1890, quando somente 1% ganhava o equivalente a esse valor. Desde 1980, a porcentagem de pessoas que ganham US$ 100 mil ou mais por ano, em dólares de hoje, dobrou. O que podemos comprar com esse dinheiro também aumentou significativamente. Um cheeseburger do McDonald’s custava 30 minutos de trabalho nos anos 50, três minutos de trabalho hoje.
Também temos mais bens materiais - de veículos a roupas de grife e engenhocas de todo tipo. Isso não é tudo. O crime diminuiu. A maioria das taxas de criminalidade em toda parte despencou ao longo dos anos 90. Os americanos de hoje também têm uma semana de trabalho mais curta, com uma queda acentuada do total de horas trabalhadas nas últimas 15 décadas. Por causa disso, seria perfeitamente são rejeitar uma viagem na máquina do tempo a qualquer ponto do passado. Sem menosprezar problemas que ainda precisam ser resolvidos, é tempo de reconhecer que esta é uma vida melhor para mais pessoas em mais lugares.
“Uma depilação não vista é uma dor sentida em vão”.
Anônima

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

REFLITA


Viver é chegar onde tudo começa!
Amar é ir onde nada termina!
Viva como se fosse cedo!
Reflita como se fosse tarde!
Sinta o que você diz com carinho!
Diga o que você pensa com esperança!
Pense no que você faz com fé!
Faça o que você deve fazer.
“Só não existe o que não pode ser imaginado.”
Murilo Mendes

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

MOTIVOS PARA NUNCA CASAR

NÃO OLHE PARA OS PNEUS

Um dia, conversando com um instrutor de auto-escola perguntei-lhe o que dificultava tanto o aprendizado para os alunos iniciantes. Ele me disse que o maior problema é que durante o percurso de treino o aluno olha para os pneus de proteção nas laterais da pista em vez de olhar para o caminho a seguir. E acabam batendo nos pneus.
Isso me fez pensar que esse é o procedimento de grande parte das pessoas, não só quando estão dirigindo, mas em tudo o que fazem na vida: em vez de olhar para o caminho, em vez de focar em seus sonhos, olham apenas para os obstáculos. E acabam colidindo com eles, acabam deixando que eles os impeçam de seguir em frente e realizar os seus sonhos.
A verdade é que tudo aquilo a que você dá atenção se fortalece em sua vida. Se você valoriza as coisas boas, mais elas se tornam fortes e influentes. Mas quando você dá valor aos problemas, às tristezas, ao desânimo, são eles que se tornam vultuosos e atrapalham os seus planos. Focar nos obstáculos tira a alegria de viver e o desvia de seu caminho. Faz com que você patine no mesmo lugar com medo de dar o próximo passo, e esgota suas forças para sair do atoleiro.
Por isso, se você quer mesmo viver de maneira plena e feliz decida sempre olhar com bons olhos para tudo de bom que faz parte do seu dia-a-dia.
Em vez de olhar para os problemas busque enxergar soluções. Prefira olhar com gratidão para todo aquele caminho que você já percorreu, ao invés de se lamuriar pelo trecho que lhe falta percorrer. Valorize um pequeno sorriso que recebeu em vez de amargar o seu dia com as reclamações do seu vizinho. Vibre com a possibilidade de passar um domingo inteiro com seu filho em vez de se lamentar por não poder ir jogar futebol e beber com os amigos nesse fim de semana.
Lembre-se: em um roseiral você pode alegrar-se com as cores, a beleza e o perfume das flores, ou pode resmungar dos espinhos que o arranham vez por outra.
Tenha prazer de viver cada momento, sabendo que eles são tão importantes quanto os sonhos que você quer realizar. Não importa onde você está. O que importa é como você está se sentindo naquele lugar. O que importa é o quanto você está feliz naquele momento.
Quando você estiver em busca de seus sonhos faça com que cada passo da jornada valha a pena. Viva cada momento da forma mais feliz possível. Isso o ajudará a manter sua atenção voltada para o caminho que leva à realização.
Lembre-se: não olhe para os pneus. Não fixe sua atenção nos obstáculos que você vai ter que enfrentar. Foque no caminho a seguir. Olhe para as trilhas que o levam à realização de seus sonhos. Curta e comemore cada momento da viagem como se já tivesse chegado ao seu destino. E sua jornada terá sempre muito mais prazer e felicidade.
Gilberto Cabeggi
"Fiquem tranquilos : nenhum humorista atira para matar."
Millôr Fernandes