sexta-feira, 27 de março de 2009

"Desdémona dorme, Otelo entra e a acusa de infiel, dizendo que irá matá-la. Sufoca-a. Emília bate na porta e ouve Desdémona dizer que morre inocente. Desdémona morre. Emília diz a Otelo que Desdémona lhe era fiel. Ele não acredita".
Fragmento de Otelo, de Shakespeare

2 comentários:

saulo bittencourt disse...

Shakespeare deve ser considerado um dos precursores da psicologia, da psicanásile e de toda matéria que ousa devassar o espírito humano. Ou, visto por outro prisma, um profeta. Vez que, muitas situações apresentadas em suas tragédias, enquadram-se em todos os tempos que lhe sucederam. Digueaí!

Alexandre Gomes disse...

Acrescente-se ainda que Freud, ao desenvolver o conceito de complexo de Édipo (aquele lance de amar a mãe e odiar o pai...), na verdade percebeu isso em Shakespeare, em Hamlet, só que Freud ficou com vergonha de admitir que um inglês já tinha criado a psicanálise antes dele. Em resumo: Shakespeare é o cara! (e Millor seu melhor tradutor para o português brazuca)!