quinta-feira, 19 de junho de 2008

ABORTEM AS FEMINISTAS INCOERENTES E OS MACHÕES PRIMATAS

Homens inteligentes procriam. E os homens limitados? Também… Infelizmente.

No Brasil o debate sobre a “legalização” do aborto tem esquentado. Nessas discussões não costumamos ver os homens mostrando sua opinião, e muito menos se envolvendo de forma participativa na questão.

É uma desgraça, mas nosso país é habitado por homens “limitados”, – com raras exceções, é claro – homens que hoje em dia não conseguem sequer falar de forma coerente sobre futebol, imagine então falar sobre algo sério, já que os novos “seres” que as mulheres geram só podem ser concebidos com nossa participação.

Primeiramente gostaria de deixar claro três coisas:

- A primeira é que não sou religioso.

- A segunda é que não sou conservador, nem partidário de correntes políticas retrogradas.

- A terceira é que acredito que por dignidade e respeito aos direitos da mulher, devemos conceder a livre escolha de “abortar” nos casos de anencefalia do feto, estupro e risco de vida para a própria mãe. Portanto, me foco apenas em aborto para casos de gravidez não planejada ou indesejada.

Papo de Homem

2 comentários:

Saulo Bittencourt disse...

Acho que em algumas situações deve-se deixar ao critério da mulher, se aborta ou não. Mas são poucos os casos em que isso deve ocorrer. Ocorre que muitas vezes a razão para o aborto é frívola. A namorada se entregou ao namorado, o carinha não tem como sustentar o filho, então ela aborta. Só para citar um exemplo. Penso que, antes de se educarem as moças para a questão do aborto, é importante que as ensinem a evitar a gravidez. O fato é que, antes, agora e sempre, há aspectos da vida sexual que as mães evitam conversar com as filhas. Tipo: - Vou te ensinar como é que se goza sem risco. Ou, vou te ensinar onde se enfia sem perigo. E por aí vai. Antes da questão do aborto está a questão da educação sexual, né não?

Mandias disse...

As excessões citadas pelo autor do texto são aquelas já permitidas em lei. Assim sendo, não sobra muito espaço para discussão. Exceto que declaremos que ninguém mais é responsável por seus atos e pode jogar uma vida fora como um jornal velho. (mas essa é só minha opinião...)